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Mostrando postagens de janeiro, 2026

ALÔ, BOM DIA...

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ALÔ, BOM DIA... Alô, bom dia Oh, como vai você? Um olhar bem amigo, Um claro sorriso. Um aperto de mão E a gente, sem saber como e porque Se sente feliz e sai a cantar Alegre canção Saber dar um bom dia cheio de bondade Dizer bom dia com sinceridade É dar sempre o melhor de nosso coração Alô, bom dia irmão (autoria desconhecida) Na década de sessenta, todo dia uma freirinha cantava essa canção às seis da manhã. E logo a seguir, contava uma historinha... era a Rádio Nove de Julho. Não sei o nome da freirinha, também não sei quem escreveu a canção. Sei que ficou marcada na minha memória, assim como outras canções infantis, que traziam para a garotada lições de moral e comportamento. Eram canções simples, onde se enaltecia a amizade, o amor... Entre as várias canções para o público infantil, havia uma do Palhaço Carequinha , intitulada " O bom menino ", onde um dos versos finais dizia "Papai do Céu protege o bom menino"... era outra era, quando não havia a maioria dos ...
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  DO CAMPO PARA A CIDADE... De que me adianta viver na cidade Se a felicidade não me acompanhar? Adeus, paulistinha do meu coração Lá pro meu sertão eu quero voltar Ver a madrugada, quando a passarada Fazendo a alvorada, começa a cantar Com satisfação, arreio o burrão Cortando estradão, saio a galopar E vou escutando o gado berrando Sabiá cantando no jequitibá... (Belmonte/ Goiá) Essa canção, da década de sessenta, mostra o espírito do caboclo na transição do campo para a cidade. Era quando o homem do campo deixava sua terra natal e seguia rumo à modernidade... e o choque cultural era tamanho que não raro a pessoa não conseguia se acostumar com a nova vida. Acostumado a colher frutos dos vários pomares espalhados pela roça, ter à sua mesa peixe recém pescado, verduras fresquinhas para suas refeições não era fácil a adaptação às "comodidades da vida moderna" que, para este, de cômodo nada tinha... Estamos falando de uma época em que o antigo estava, aos poucos, se transformand...

SERIA BOM SE VIVESSEMOS NA TERRA DO NUNCA

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SERIA BOM SE VIVESSEMOS NA TERRA DO NUNCA  Sou eu que vou seguir você  Do primeiro rabisco até o be a bá Em todos os desenhos coloridos vou estar A casa, a montanha, duas nuvens no céu E um Sol a sorrir, no papel... ( Antonio Pecci Filho/ Lupicinio Morais Rodrigues ) Acredito que o momento mágico em nossa vida... a primeira vez que sentimos nossa evolução nesse plano... é quando, ainda pequenos, chegamos à idade escolar. É nosso divisor de águas. O que até então era apenas fantasia em nossa vida, de repente se apresenta como um novo mundo a explorar, onde nos será dada a chance de descobrir novos mundos por onde poderemos viajar de olhos abertos... No inicio é apenas um amontoado de papel em branco... tudo bem, tem várias linhas nessa folha, mas nada que nos impeça de fazer nossa imaginação partir  para novas plagas, criando cenários encantados que ilustram o mundo real que vivemos. Tudo bem, para as outras pessoas  tudo aquilo que registramos com o grafite que nos f...