VÁRIAS FORMAS DE AMAR - PRIMEIRA PARTE



VÁRIAS FORMAS DE AMAR PRIMEIRA PARTE

Hoje pretendo falar sobre o Amor... pois este é um assunto sobre o qual, por mais que discorramos, sempre haverá algo que podemos dizer. Afinal, há vários tipos, varias formas de amar, não é mesmo? Desde o amor romântico até o amor platônico, há dezenas de interpretações deste sentimento tão lindo e que é o norte de nossa vida. Pois sem sua manifestação, nós simplesmente não existiríamos...

Sim, sei que o inicio ficou meio... confuso.  Mas, convenhamos... o Amor é a força que nos move a todo instante. Sem ele, quem seríamos nós em realidade? Claro que, se ele não existisse, sua contraparte também estaria descartada deste plano. Mas assim somos nós... para cada alguém que chega em algum lugar, outro parte em busca de um novo destino...

O Amor é, realmente, um sentimentos confuso. Por vezes uma simples atração por alguém desencadeia uma série de atitudes que, para a pessoa alvo desta atenção, parece uma invasão imperdoável de privacidade. E muitas vezes, essa atenção não tem nenhuma intenção além de apenas demonstrar simpatia por esta... 

Sim, algumas pessoas tendem a parecer chiclete. Quando simpatizam com alguém, simplesmente colam neste e, a menos que a pessoa em questão dê um "chega prá lá", a outra tem uma certa dificuldade em permanecer em seu limite... não é que esta queira mais atenção do que lhe é devida. Ela simplesmente não se deu conta, ainda, de que sua importância em tal  relação simplesmente não existe...

Sei que da forma que estou apresentando fica meio confuso. Mas é tudo muito simples... cada um de nós está inserido em uma realidade diferente. E por estarmos em realidades diferentes, nossa percepção do que ocorre ao nosso redor acaba por, muitas vezes, ser contraditória. Aquilo que uma pessoa "percebe" quanto à relação de amizade com a outra pode não ser a mesma percepção que esta.  E isso, às vezes, incomoda...

As relações interpessoais nunca foram fáceis. Sempre foram sujeitas a várias interpretações que nem sempre correspondem à realidade. Tudo porque cada um constrói seu mundo de acordo com sua visão. Que pode ou não coincidir com a visão de seu vizinho...

Quando conhecemos alguém, tanto podemos sentir simpatia como antipatia por essa pessoa. Ou podemos simplesmente ignorá-la, pois esta não despertou nenhum tipo de reação de nossa parte. É a reação mais comum. Se fossemos falar em números, eu diria que de cada 100 pessoas nos interessamos, no máximo, por duas ou três. Estas "escolhidas" por nós sempre tem algo que nos chama a atenção. Pode tornar-se amor, ser uma amizade verdadeira ou nenhuma das duas opções anteriores. E tudo bem. Faz parte da vida...

O problema é quando um dos lados começa a dedicar atenção exagerada para a outra. Isso, é claro, causa constrangimento. Mas é a forma que a primeira consegue exprimir carinho. Ela é o famoso "chiclete"... e essa sua forma de tentar relacionar-se com seus pares acaba provocando um sentimento de invasão no espaço alheio. E se a pessoa em questão não se policiar, não corrigir sua postura, uma amizade que tem tudo para durar uma eternidade pode apagar-se de repente, como uma vela que ficou à mercê de uma ventania muito forte...

Sentimos ciúmes de nossas amizades. Isso é normal. Mas quando passamos a monitorar cada passo da pessoa alvo de nosso sentimento... bem, os limites foram todos quebrados. E o mínimo que a invasora de privacidade pode fazer é se policiar para não só não constranger a pessoa em questão como também conservar a amizade que lhe é tão cara...

Bem, esse é um dos tipos de Amor que existe em nossa vida. Amor Platônico. Amizade, no final. Mas se não respeitarmos esse amigo, corremos o risco de perder a ligação com este. Portanto, sempre que notarmos que estamos invadindo um espaço que não nos pertence, a ação racional é... nos afastarmos algum tempo para que possamos analisar a nossa conduta. Reconhecer nosso erro e consertá-lo com atitudes, não com simples palavras. E seguir em frente, pois a vida não para por causa de nós....

Tania Miranda - Brasil -  08/09/2026

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VARIOUS FORMS OF LOVE: PART ONE

Today I intend to talk about Love... for it is a subject about which, no matter how much we discuss it, there is always something more to say. After all, there are various types—various forms—of love, aren't there? From romantic love to platonic love, there are dozens of interpretations of this beautiful feeling that serves as the guiding star of our lives. For without its manifestation, we simply wouldn't exist...

Yes, I know the beginning was a bit... confusing. But let's face it... Love is the force that drives us at every moment. Without it, who would we really be? Of course, if it didn't exist, its counterpart would also be absent from this plane. But that’s just how we are... for every person who arrives somewhere, another leaves in search of a new destination...

Love is, truly, a confusing feeling. Sometimes, a simple attraction to someone triggers a series of actions that, to the person receiving that attention, seem like an unforgivable invasion of privacy. And often, that attention holds no intention other than simply showing friendliness...

Yes, some people tend to be like chewing gum. When they take a liking to someone, they simply latch on; unless the person in question sets a firm boundary, the other struggles to keep their distance... It’s not that they want more attention than is appropriate; they simply haven't realized yet that their importance in that relationship is virtually non-existent...

I know the way I’m presenting this makes it seem a bit confusing. But it’s all very simple... each of us exists within a different reality. And because we inhabit different realities, our perception of what happens around us often ends up being contradictory. What one person "perceives" regarding a friendship might not match the other person's perception. And that, at times, causes friction...

Interpersonal relationships have never been easy. They have always been subject to various interpretations that do not always align with reality. This is simply because everyone constructs their own world based on their own perspective—a perspective that may or may not match that of their neighbor...

When we meet someone, we might feel an immediate liking or disliking for them. Or we might simply ignore them, as they failed to spark any reaction in us whatsoever. That is the most common reaction. In numerical terms, I would say that out of every 100 people, we take an interest in, at most, two or three. These individuals we "choose" always possess something that catches our eye. It could evolve into love, a true friendship, or neither of the two. And that is perfectly fine. It is simply part of life...

The problem arises when one party begins to lavish excessive attention on the other. This, naturally, causes awkwardness. Yet, it is simply that person's way of expressing affection. They become the proverbial "clinger"—and this method of trying to connect with others ends up feeling like an invasion of personal space. If that person fails to check themselves or correct their behavior, a friendship with the potential to last a lifetime could suddenly be extinguished—like a candle left at the mercy of a fierce gust of wind...

We feel possessive about our friendships. That is normal. But when we start monitoring every move of the person who is the object of our feelings... well, all boundaries have been crossed. The least the privacy-invader can do is exercise some self-restraint—not only to avoid embarrassing the other person but also to preserve a friendship they hold so dear...

Well, this is one of the types of love that exists in our lives: Platonic love—friendship, ultimately. But if we fail to respect that friend, we risk losing the bond we share. Therefore, whenever we notice we are encroaching on a space that isn't ours, the rational course of action is... to step back for a while and reflect on our own behavior. To acknowledge our mistake and set it right through actions, not just words. And to move forward, for life does not stop for us...

Tania Miranda - Brazil - September 8, 2026

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DIVERSAS FORMAS DE AMOR - PRIMERA PARTE

Hoy quiero hablar del amor... porque es un tema del que, por mucho que hablemos, siempre habrá algo que decir. Al fin y al cabo, hay muchos tipos, muchas maneras de amar, ¿verdad? Desde el amor romántico hasta el amor platónico, existen decenas de interpretaciones de este hermoso sentimiento que guía nuestras vidas. Porque sin su manifestación, simplemente no existiríamos...

Sí, sé que el comienzo fue un poco... confuso. Pero, seamos sinceros... El amor es la fuerza que nos mueve a cada instante. Sin él, ¿quiénes seríamos realmente? Claro, si no existiera, su contraparte también desaparecería de este plano. Pero así somos... por cada persona que llega a algún lugar, otra parte en busca de un nuevo destino...

El amor es, en verdad, un sentimiento confuso. A veces, una simple atracción hacia alguien desencadena una serie de acciones que, para la persona objeto de esa atención, parecen una imperdonable invasión de la privacidad. Y a menudo, esta atención no tiene más intención que la de mostrar simpatía por la otra persona...

Sí, algunas personas tienden a ser como un chicle. Cuando les gusta alguien, se pegan a esa persona, y a menos que la otra les diga que se vayan, les cuesta mantenerse dentro de sus límites... No es que quieran más atención de la que merecen. Simplemente aún no se han dado cuenta de que su importancia en esa relación simplemente no existe...

Sé que la forma en que lo presento es un poco confusa. Pero es muy sencillo... cada uno de nosotros vive en una realidad diferente. Y como vivimos en realidades diferentes, nuestra percepción de lo que sucede a nuestro alrededor suele ser contradictoria. Lo que una persona "percibe" sobre la amistad con otra puede no coincidir con la percepción de la otra. Y esto, a veces, resulta molesto...

Las relaciones interpersonales nunca han sido fáciles. Siempre han estado sujetas a diversas interpretaciones que no siempre se corresponden con la realidad. Todo porque cada persona construye su mundo según su propia visión. Lo cual puede o no coincidir con la opinión de tu vecino...

Cuando conocemos a alguien, podemos sentir simpatía o antipatía hacia esa persona. O simplemente podemos ignorarla, ya que no ha provocado ninguna reacción en nosotros. Esta es la reacción más común. Si hablamos en números, diría que de cada 100 personas, nos interesan, como mucho, dos o tres. Estas personas "elegidas" siempre tienen algo que llama nuestra atención. Puede convertirse en amor, una verdadera amistad o ninguna de las anteriores. Y eso está bien. Es parte de la vida...

El problema surge cuando una de las partes empieza a prestarle demasiada atención a la otra. Esto, por supuesto, causa incomodidad. Pero es la forma en que la primera persona expresa afecto. Son los famosos "pegajosos"... y esta forma de intentar relacionarse con sus semejantes termina provocando una sensación de invasión del espacio personal del otro. Y si la persona en cuestión no se controla, no corrige su comportamiento, una amistad que tiene todo para durar para siempre puede extinguirse de repente, como una vela a merced de un viento muy fuerte...

Sentimos celos de nuestras amistades. Es normal. Pero cuando empezamos a vigilar cada paso de la persona que es objeto de nuestros sentimientos... bueno, se han traspasado todos los límites. Y lo mínimo que puede hacer quien invade la privacidad es controlarse para no solo no avergonzar a la persona en cuestión, sino también para preservar la amistad que tanto aprecia...

Bueno, este es uno de los tipos de amor que existen en nuestras vidas. Amor platónico. Amistad, al fin y al cabo. Pero si no respetamos a este amigo, corremos el riesgo de perder el vínculo con él. Por lo tanto, cuando nos damos cuenta de que estamos invadiendo un espacio que no nos pertenece, lo racional es... distanciarnos un tiempo para poder analizar nuestra conducta. Reconocer nuestro error y corregirlo con acciones, no solo con palabras. Y sigamos adelante, porque la vida continúa...

Tania Miranda - Brasil - 08/09/2026


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