VIVER NÃO É FÁCIL


VIVER NÃO É FÁCIL...

Acolhimento. Linda palavra, não é mesmo? Afinal, é tudo o que desejamos... ser acolhidas com carinho por alguém. Não importa quem somos, o que desejamos, qual o nosso objetivo na vida... tudo o que realmente precisamos é de uma palavra amiga naqueles momentos em que tudo parece desmoronar à nossa volta...
Acolher significa dar abrigo a alguém, protegê-lo contra as intempéries da vida... ser um porto seguro para quem está necessitando... e como precisamos desse colo aconchegante em certos momentos...
Até por intuição, procuramos nos mostrar fortes, prontas para enfrentar qualquer imprevisto que venha surgir a nossa frente. Aprendemos, desde cedo, que demonstrar fraqueza é perigoso... nos torna vulneráveis à sanha dos predadores que correm pelo mundo. A vida em Sociedade tem esses paradoxos... ao mesmo tempo em que precisa confiar em seu semelhante deve também guardar uma distância segura deste, pois não sabe o que realmente se passa por sua mente. Afinal, todos nós temos um quê de Dr. Jekill e Mr. Hyde...
Sim, por mais duro que seja admitir, estamos sempre na defensiva. São poucas as pessoas de nosso círculo social nas quais confiamos de fato. Muitas vezes, nem mesmo em membros da própria família depositamos aquilo que de mais importante há em nossa vida... a confiança...
É certo que esse sentimento vai se fortalecendo aos poucos. Quando conhecemos uma nova pessoa há dois tipos de comportamento de nossa parte... simpatizamos automaticamente com esta ou sentimos uma ojeriza, uma repulsa sem explicação pelo elemento em questão. Claro que nos dois casos apenas a convivência poderá confirmar ou não nossa primeira impressão. E é lógico que, no primeiro caso, a nova amizade é mais facilmente aceita. No segundo, apenas observando o comportamento do sujeito em questão é que definirá se este será ou não aceito sem reservas em nosso rol de amizade... 
Claro que nem sempre podemos nos dar ao luxo de escolher quem fica ou não ao nosso lado. Em uma relação de trabalho, por exemplo... todos que ali estão tem um só objetivo... cuidar da manutenção de seu lar, de sua vida...
Essa situação se aplica a praticamente todos os momentos de nossa vida. Dependemos um do outro para sobreviver. E se não houver uma relação de confiança entre os pares, certamente será impossível caminharmos lado a lado. Então procuramos nos adaptar ao parceiro de caminhada, seguindo os objetivos comuns, procurando não nos prender aos aspectos negativos que, em nossa imaginação, poderiam deixar essa parceria impossível de seguir adiante...
Nos equilibramos no fio da navalha... um pequeno descuido de nossa parte pode entornar o caldo de tal forma que colocará a perder tudo aquilo pelo qual lutamos com tanto afinco... então, para nossa proteção e a dos outros, criamos mecanismos que, se não conseguirão nos deixar totalmente livres para caminhar por esse plano sem nenhum tipo de receio, ao menos poderemos nos sentir um pouco protegidas com os artifícios dos quais lançamos mão...
Vivemos sempre em conflito com nossos semelhantes. Não com os mais próximos, os quais conhecemos ao menos em certo grau. Mas aqueles um pouco mais afastados de nosso circulo são vistos com reserva. Pois não sabemos, de fato, como estes pensam e veem a sociedade ao seu redor. Temos várias querelas sendo desenroladas simultaneamente. Uma das mais esdrúxulas é, sem dúvida, a famigerada "guerra dos sexos". Não existe de fato, mas alguns elementos de ambos os gêneros vê seu oposto como um inimigo do qual deve se preservar...
Felizmente temos nossas válvulas de escape e temos, também, nossas redes de apoio, construídas para nos auxiliar quando entramos em parafuso, perdidas no mundo de contradições no qual vivemos... é onde entram a empatia, que acaba por desaguar no acolhimento. Mesmo com todas as barreira que criamos involuntariamente, conseguimos nos proteger e nos cuidar, estendendo a mão para aqueles que, por um motivo ou outro, estão caídos pelas sarjetas do mundo. Não em um sentido literal, é claro. São pessoas que estão atravessando uma fase difícil em sua vida... e se não houver ninguém que as apoie, acabam por cair no Precipício da Depressão... é quando o ombro amigo, o colo aconchegante, são a única fuga possível para que estas consigam dar a volta por cima e recobrem sua auto estima... 
Sim... devemos abrir nossos braços e acolher aqueles que necessitam de nosso apoio... afinal, pode ser que amanhã sejamos nós a pedir um colinho aconchegante, para conseguirmos vencer as intempéries da vida...
Pense nisso...
Tania Miranda  -   Brasil  -   07/02/2026
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  LIVING IS NOT EASY...

Acceptance. A beautiful word, isn't it? After all, it's all we desire... to be welcomed with affection by someone. It doesn't matter who we are, what we want, what our goal in life is... all we really need is a kind word in those moments when everything seems to crumble around us...
To welcome means to give shelter to someone, to protect them from the storms of life... to be a safe haven for those in need... and how we need that comforting embrace at certain times...
Even intuitively, we try to appear strong, ready to face any unforeseen event that may arise. We learn, from an early age, that showing weakness is dangerous... it makes us vulnerable to the fury of the predators that roam the world. Life in society has these paradoxes... at the same time that you need to trust your fellow human being, you must also keep a safe distance from them, because you don't know what's really going on in their mind. After all, we all have a bit of Dr. Jekyll and Mr. Hyde in us...
Yes, as hard as it is to admit, we are always on the defensive. There are few people in our social circle whom we truly trust. Often, we don't even place what is most important in our lives in members of our own family... trust...
It is true that this feeling gradually strengthens. When we meet a new person, there are two types of behavior on our part... we automatically sympathize with them or we feel an aversion, an inexplicable repulsion towards the person in question. Of course, in both cases, only coexistence can confirm or not our first impression. And it is logical that, in the first case, the new friendship is more easily accepted. In the second, only by observing the behavior of the person in question will it be defined whether or not they will be accepted without reservations into our circle of friends...
Of course, we cannot always afford to choose who stays by our side or not. In a work relationship, for example... everyone there has only one goal... to take care of the maintenance of their home, of their life...
This situation applies to practically every moment of our lives. We depend on each other to survive. And if there is no relationship of trust between the partners, it will certainly be impossible to walk side by side. So we try to adapt to our walking partner, following common goals, trying not to get caught up in the negative aspects that, in our imagination, could make this partnership impossible to continue...
We balance on a razor's edge... a small oversight on our part can spoil everything in such a way that it will ruin everything we have fought so hard for... so, for our protection and that of others, we create mechanisms that, if they will not be able to leave us completely free to walk through this plane without any kind of fear, at least we can feel a little protected with the devices we use...
We always live in conflict with our fellow human beings. Not with those closest to us, whom we know at least to some degree. But those a little further removed from our circle are viewed with reservation. For we do not know, in fact, how they think and see the society around them. We have several quarrels unfolding simultaneously. One of the most bizarre is, without a doubt, the infamous "battle of the sexes." It doesn't actually exist, but some elements of both genders see their opposite as an enemy from which they must protect themselves...
Fortunately, we have our escape valves and we also have our support networks, built to help us when we go crazy, lost in the world of contradictions in which we live... this is where empathy comes in, which ends up leading to acceptance. Even with all the barriers we involuntarily create, we manage to protect and care for ourselves, extending a hand to those who, for one reason or another, are fallen in the gutters of the world. Not in a literal sense, of course. These are people who are going through a difficult phase in their lives... and if there is no one to support them, they end up falling into the abyss of depression... that's when a friendly shoulder, a comforting embrace, is the only possible escape for them to be able to turn things around and regain their self-esteem...
Yes... we should open our arms and welcome those who need our support... after all, tomorrow we may be the ones asking for a comforting embrace, to be able to overcome life's adversities...
Think about it...
Tania Miranda - Brazil - 07/02/2026
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VIVIR NO ES FÁCIL...

Aceptación. Una palabra hermosa, ¿verdad? Al fin y al cabo, es todo lo que deseamos... ser recibidos con cariño. No importa quiénes seamos, qué queramos, cuál sea nuestro objetivo en la vida... solo necesitamos una palabra amable en esos momentos en que todo parece derrumbarse a nuestro alrededor...
Recibir significa dar cobijo a alguien, protegerlo de las tormentas de la vida... ser un refugio seguro para quienes lo necesitan... y cuánto necesitamos ese abrazo reconfortante en ciertos momentos...
Incluso intuitivamente, intentamos parecer fuertes, listos para afrontar cualquier imprevisto que pueda surgir. Aprendemos, desde pequeños, que mostrar debilidad es peligroso... nos hace vulnerables a la furia de los depredadores que vagan por el mundo. La vida en sociedad tiene estas paradojas... al mismo tiempo que necesitas confiar en tu prójimo, también debes mantener una distancia segura, porque no sabes lo que realmente pasa por su mente. Al fin y al cabo, todos llevamos algo de Dr. Jekyll y Mr. Hyde dentro...
Sí, aunque cueste admitirlo, siempre estamos a la defensiva. Hay pocas personas en nuestro círculo social en las que confiamos de verdad. A menudo, ni siquiera depositamos lo más importante en nuestra vida en los miembros de nuestra propia familia... la confianza...
Es cierto que este sentimiento se fortalece gradualmente. Cuando conocemos a una persona nueva, hay dos tipos de comportamiento por nuestra parte: simpatizamos automáticamente con ella o sentimos una aversión, una repulsión inexplicable hacia ella. Por supuesto, en ambos casos, solo la convivencia puede confirmar o no nuestra primera impresión. Y es lógico que, en el primer caso, la nueva amistad se acepte con mayor facilidad. En el segundo, solo observando el comportamiento de la persona en cuestión se definirá si será aceptada sin reservas en nuestro círculo de amigos...
Por supuesto, no siempre podemos permitirnos elegir quién se queda con nosotros o no. En una relación laboral, por ejemplo... todos tienen un solo objetivo: ocuparse del mantenimiento de su hogar, de su vida...
Esta situación se aplica prácticamente a cada momento de nuestras vidas. Dependemos unos de otros para sobrevivir. Y si no hay una relación de confianza entre los socios, sin duda será imposible caminar juntos. Así que intentamos adaptarnos a nuestro compañero de camino, siguiendo objetivos comunes, intentando no dejarnos llevar por los aspectos negativos que, en nuestra imaginación, podrían hacer que esta relación sea imposible de continuar...
Nos balanceamos sobre el filo de la navaja... un pequeño descuido nuestro puede arruinarlo todo de tal manera que arruine todo por lo que tanto hemos luchado... así que, para nuestra protección y la de los demás, creamos mecanismos que, si bien no nos dejan completamente libres para caminar por este plano sin ningún tipo de miedo, al menos podemos sentirnos un poco protegidos con los dispositivos que usamos...
Siempre vivimos en conflicto con nuestros semejantes. No con los más cercanos, a quienes conocemos al menos hasta cierto punto. Pero con aquellos un poco más alejados de nuestro círculo, los vemos con reservas. Porque, de hecho, desconocemos cómo piensan y ven la sociedad que los rodea. Tenemos varias disputas que se desarrollan simultáneamente. Una de las más extrañas es, sin duda, la infame "batalla de sexos". En realidad, no existe, pero algunos elementos de ambos géneros ven a su opuesto como un enemigo del que deben protegerse...
Por suerte, tenemos nuestras válvulas de escape y también nuestras redes de apoyo, construidas para ayudarnos cuando nos desorientamos, perdidos en el mundo de contradicciones en el que vivimos... Aquí es donde entra en juego la empatía, que termina por conducirnos a la aceptación. Incluso con todas las barreras que creamos involuntariamente, logramos protegernos y cuidarnos, tendiendo una mano a quienes, por una u otra razón, han caído en las cunetas del mundo. No en sentido literal, claro. Son personas que atraviesan una etapa difícil en sus vidas... y si no hay nadie que las apoye, terminan cayendo en el abismo de la depresión... es entonces cuando un hombro amigo, un abrazo reconfortante, es la única salida posible para que puedan revertir la situación y recuperar su autoestima...
Sí... debemos abrir los brazos y recibir a quienes necesitan nuestro apoyo... después de todo, mañana podríamos ser nosotros quienes pidamos un abrazo reconfortante para poder superar las adversidades de la vida...
Piénsenlo...
Tania Miranda - Brasil - 07/02/2026
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VIVERE NON È FACILE...

Accettazione. Una parola bellissima, vero? Dopotutto, è tutto ciò che desideriamo... essere accolti con affetto da qualcuno. Non importa chi siamo, cosa vogliamo, qual è il nostro obiettivo nella vita... tutto ciò di cui abbiamo veramente bisogno è una parola gentile in quei momenti in cui tutto sembra crollare intorno a noi...
Accogliere significa dare rifugio a qualcuno, proteggerlo dalle tempeste della vita... essere un porto sicuro per chi ha bisogno... e quanto abbiamo bisogno di quell'abbraccio confortante in certi momenti...
Anche intuitivamente, cerchiamo di apparire forti, pronti ad affrontare qualsiasi imprevisto che possa presentarsi. Impariamo, fin da piccoli, che mostrare debolezza è pericoloso... ci rende vulnerabili alla furia dei predatori che vagano per il mondo. La vita in società presenta questi paradossi... allo stesso tempo in cui devi fidarti del tuo prossimo, devi anche mantenere una distanza di sicurezza da lui, perché non sai cosa gli passa veramente per la testa. Dopotutto, abbiamo tutti un po' del Dr. Jekyll e del Mr. Hyde dentro di noi...
Sì, per quanto sia difficile ammetterlo, siamo sempre sulla difensiva. Ci sono poche persone nella nostra cerchia sociale di cui ci fidiamo veramente. Spesso non riponiamo nemmeno ciò che è più importante nella nostra vita nei membri della nostra famiglia... la fiducia...
È vero che questo sentimento si rafforza gradualmente. Quando incontriamo una nuova persona, ci sono due tipi di comportamento da parte nostra... automaticamente simpatizziamo per lei o proviamo un'avversione, un'inspiegabile repulsione verso la persona in questione. Naturalmente, in entrambi i casi, solo la convivenza può confermare o meno la nostra prima impressione. Ed è logico che, nel primo caso, la nuova amicizia sia più facilmente accettata. Nel secondo, solo osservando il comportamento della persona in questione si definirà se verrà accettata senza riserve nella nostra cerchia di amici...
Certo, non possiamo sempre permetterci di scegliere chi starà al nostro fianco e chi no. In un rapporto di lavoro, per esempio... tutti hanno un solo obiettivo... prendersi cura della propria casa, della propria vita...
Questa situazione si applica praticamente a ogni momento della nostra vita. Dipendiamo l'uno dall'altro per sopravvivere. E se non c'è un rapporto di fiducia tra i partner, sarà certamente impossibile camminare fianco a fianco. Quindi cerchiamo di adattarci al nostro compagno di cammino, seguendo obiettivi comuni, cercando di non farci prendere dagli aspetti negativi che, nella nostra immaginazione, potrebbero rendere impossibile continuare questa collaborazione...
Siamo in bilico sul filo del rasoio... una piccola svista da parte nostra può rovinare tutto al punto da rovinare tutto ciò per cui abbiamo lottato così duramente... quindi, per la nostra protezione e quella degli altri, creiamo meccanismi che, se non ci lasciano completamente liberi di camminare su questo piano senza alcun tipo di paura, almeno ci permettono di sentirci un po' protetti con i dispositivi che utilizziamo...
Viviamo sempre in conflitto con i nostri simili. Non con quelli più vicini a noi, che conosciamo almeno in una certa misura. Ma quelli un po' più lontani dalla nostra cerchia sono visti con riserva. Perché non sappiamo, in effetti, come pensano e vedono la società che li circonda. Abbiamo diverse discussioni che si svolgono simultaneamente. Una delle più bizzarre è, senza dubbio, la famigerata "battaglia dei sessi". In realtà non esiste, ma alcuni elementi di entrambi i sessi vedono il loro opposto come un nemico da cui proteggersi...
Per fortuna, abbiamo le nostre valvole di sfogo e abbiamo anche le nostre reti di supporto, costruite per aiutarci quando impazziamo, persi nel mondo di contraddizioni in cui viviamo... è qui che entra in gioco l'empatia, che finisce per portare all'accettazione. Anche con tutte le barriere che creiamo involontariamente, riusciamo a proteggerci e a prenderci cura di noi stessi, tendendo una mano a chi, per un motivo o per l'altro, è caduto nei bassifondi del mondo. Non in senso letterale, ovviamente. Si tratta di persone che stanno attraversando una fase difficile della loro vita... e se non c'è nessuno che le sostenga, finiscono per cadere nell'abisso della depressione... è allora che una spalla amica, un abbraccio confortante, diventa l'unica via di fuga possibile per poter cambiare le cose e ritrovare la propria autostima...
Sì... dovremmo aprire le braccia e accogliere chi ha bisogno del nostro sostegno... dopotutto, domani potremmo essere noi a chiedere un abbraccio confortante, per poter superare le avversità della vita...
Pensateci...
Tania Miranda - Brasile - 07/02/2026
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ELÄMINEN EI OLE HELPPOA...

Hyväksyminen. Kaunis sana, eikö olekin? Loppujen lopuksi se on kaikki, mitä haluamme... tulla jonkun vastaanottamaksi lämmöllä. Sillä ei ole väliä, keitä olemme, mitä haluamme, mikä on tavoitteemme elämässä... kaikki mitä todella tarvitsemme, on ystävällinen sana hetkinä, jolloin kaikki näyttää murenevan ympärillämme...
Toivottaminen tarkoittaa suojan antamista jollekulle, hänen suojelemistaan ​​elämän myrskyiltä... turvasatamana olemista apua tarvitseville... ja kuinka paljon tarvitsemmekaan lohduttavaa syleilyä tiettyinä aikoina...
Jopa intuitiivisesti yritämme vaikuttaa vahvoilta, valmiilta kohtaamaan kaikki odottamattomat tapahtumat, joita saattaa syntyä. Opimme jo varhain, että heikkouden osoittaminen on vaarallista... se tekee meistä haavoittuvaisia ​​maailmassa vaeltelevien saalistajien raivolle. Yhteiskunnan elämässä on näitä paradokseja... samaan aikaan kun sinun on luotettava lähimmäiseesi, sinun on myös pidettävä heistä turvallinen etäisyys, koska et tiedä, mitä heidän mielessään todella liikkuu. Loppujen lopuksi meissä kaikissa on ripaus tohtori Jekylliä ja herra Hydeä...
Kyllä, vaikka sitä onkin vaikea myöntää, olemme aina puolustuskannalla. Sosiaalisessa piirissämme on vain vähän ihmisiä, joihin todella luotamme. Usein emme edes aseta oman perheenjäsenemme elämäämme tärkeintä asiaa... luottamusta...
On totta, että tämä tunne voimistuu vähitellen. Kun tapaamme uuden ihmisen, meillä on kahdenlaisia ​​käyttäytymismalleja... joko automaattisesti tunnemme myötätuntoa häntä kohtaan tai tunnemme vastenmielisyyttä, selittämätöntä vastenmielisyyttä kyseistä henkilöä kohtaan. Molemmissa tapauksissa vain rinnakkaiselo voi vahvistaa tai kumota ensivaikutelmamme. Ja on loogista, että ensimmäisessä tapauksessa uusi ystävyyssuhde hyväksytään helpommin. Toisessa vasta kyseisen henkilön käyttäytymistä tarkkailemalla voidaan päätellä, hyväksytäänkö hänet varauksetta ystäväpiiriimme...
Emme tietenkään voi aina valita, kuka pysyy rinnallamme vai ei. Esimerkiksi työsuhteessa... jokaisella siellä on vain yksi tavoite... huolehtia kodin, elämän ylläpidosta...
Tämä tilanne pätee käytännössä jokaiseen elämämme hetkeen. Olemme riippuvaisia ​​toisistamme selviytyäksemme. Ja jos kumppaneiden välillä ei ole luottamussuhdetta, rinnakkain kulkeminen on varmasti mahdotonta. Niinpä yritämme sopeutua kävelykumppaniimme, seurata yhteisiä tavoitteita, yrittää olla takertumatta negatiivisiin puoliin, jotka mielikuvituksessamme voisivat tehdä tästä kumppanuudesta mahdottoman...
Tasakaalauksemme partaveitsen terällä... pienikin huolimattomuus voi pilata kaiken niin, että se tuhoaa kaiken, minkä puolesta olemme niin kovasti taistelleet... joten omaksi ja muiden suojelemiseksi luomme mekanismeja, jotka, jos ne eivät pysty jättämään meitä täysin vapaiksi kulkemaan tällä tasolla ilman minkäänlaista pelkoa, ainakin voimme tuntea olomme hieman suojatuiksi käyttämiemme laitteiden avulla...
Elämme aina ristiriidassa kanssaihmistemme kanssa. Emme lähimpien kanssa, jotka tunnemme ainakin jossain määrin. Mutta niihin, jotka ovat hieman kauempana piiristämme, suhtaudutaan varauksella. Sillä emme itse asiassa tiedä, miten he ajattelevat ja näkevät ympäröivän yhteiskunnan. Meillä on käynnissä useita riitoja samanaikaisesti. Yksi omituisimmista on epäilemättä pahamaineinen "sukupuolten taistelu". Sitä ei oikeastaan ​​ole olemassa, mutta jotkut molempien sukupuolten elementit näkevät vastakohtansa vihollisena, jolta heidän on suojeltava itseään...
Onneksi meillä on omat pakoventtiilimme ja myös tukiverkostomme, jotka on rakennettu auttamaan meitä, kun hullustumme, eksymme ristiriitojen maailmaan, jossa elämme... tässä kohtaa astuu kuvaan empatia, joka lopulta johtaa hyväksyntään. Kaikista tahtomattamme luomistamme esteistä huolimatta onnistumme suojelemaan ja huolehtimaan itsestämme, ojentaen auttavan kätemme niille, jotka jostain syystä ovat pudonneet maailman katvereisiin. Ei tietenkään kirjaimellisessa mielessä. Nämä ovat ihmisiä, jotka käyvät läpi vaikeaa vaihetta elämässään... ja jos heitä ei ole tukemassa, he päätyvät vajoamaan masennuksen syövereihin... silloin ystävällinen olkapää, lohduttava halaus, on heille ainoa mahdollinen pakotie, jotta he voivat kääntää asiat ympäri ja saada takaisin itsetuntonsa...
Kyllä... meidän pitäisi avata sylimme ja toivottaa tervetulleiksi ne, jotka tarvitsevat tukeamme... loppujen lopuksi huomenna me saatamme olla ne, jotka pyytävät lohduttavaa halausta, jotta voimme voittaa elämän vastoinkäymiset...
Ajattelehan sitä...
Tania Miranda - Brasilia - 07.02.2026
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Vivre n'est pas facile…

L'acceptation. Un beau mot, n'est-ce pas ? Après tout, c'est ce que nous désirons tous : être accueillis avec affection. Peu importe qui nous sommes, ce que nous voulons, notre but dans la vie… tout ce dont nous avons vraiment besoin, c'est d'une parole bienveillante dans ces moments où tout semble s'écrouler autour de nous…

Accueillir, c'est offrir un refuge, protéger de la tempête… être un havre de paix pour ceux qui en ont besoin… et combien nous avons besoin de cette étreinte réconfortante parfois…

Intuitivement, nous essayons de paraître forts, prêts à affronter tout imprévu. Dès notre plus jeune âge, nous apprenons que montrer sa faiblesse est dangereux… cela nous rend vulnérables à la fureur des prédateurs qui rôdent. La vie en société est pleine de paradoxes… à la fois, il faut faire confiance à son prochain, et pourtant, il faut garder ses distances, car on ne sait jamais ce qui se passe vraiment dans sa tête. Après tout, nous avons tous un peu de Dr Jekyll et de Mr Hyde en nous…

Oui, aussi difficile que cela soit à admettre, nous sommes toujours sur la défensive. Rares sont les personnes en qui nous avons une confiance absolue. Souvent, nous n'accordons même pas ce qu'il y a de plus précieux à nos yeux aux membres de notre propre famille : la confiance…

Il est vrai que ce sentiment s'intensifie progressivement. Face à une nouvelle personne, deux réactions sont possibles : soit nous éprouvons automatiquement de la sympathie, soit nous ressentons de l'aversion, une répulsion inexplicable. Bien sûr, dans les deux cas, seule la cohabitation peut confirmer ou infirmer notre première impression. Et il est logique que, dans le premier cas, une nouvelle amitié s'installe plus facilement. Dans le second, seul le comportement de la personne en question permettra de déterminer si elle sera acceptée sans réserve dans notre cercle d'amis…

Bien entendu, nous ne pouvons pas toujours choisir qui reste à nos côtés. Dans une relation de travail, par exemple, chacun n'a qu'un seul objectif : assurer l'entretien de son foyer, de sa vie.

Cette situation se retrouve pratiquement à chaque instant de notre existence. Nous dépendons les uns des autres pour survivre. Et sans confiance entre partenaires, il est impossible d'avancer côte à côte. Alors, nous essayons de nous adapter à notre interlocuteur, de poursuivre des objectifs communs, de ne pas nous laisser envahir par les aspects négatifs qui, selon notre imagination, pourraient rendre cette collaboration impossible.

Nous marchons sur un fil. Un simple oubli de notre part peut tout gâcher et anéantir tous nos efforts. Ainsi, pour notre protection et celle des autres, nous mettons en place des mécanismes qui, s'ils ne nous permettent pas d'avancer dans ce monde sans la moindre crainte, nous offrent au moins un sentiment de sécurité.

Nous sommes toujours en conflit avec nos semblables. Non pas avec nos proches, que nous connaissons au moins un peu, mais avec ceux qui sont un peu plus éloignés de notre cercle, que nous considérons avec méfiance. Car, en réalité, nous ignorons comment ils pensent et perçoivent la société qui les entoure. Plusieurs querelles se déroulent simultanément. L'une des plus étranges est sans aucun doute la fameuse « guerre des sexes ». Elle n'existe pas réellement, mais certains individus des deux sexes considèrent l'autre comme un ennemi dont ils doivent se protéger… Heureusement, nous avons des soupapes de sécurité et des réseaux de soutien, conçus pour nous aider lorsque nous perdons la tête, perdus dans le monde de contradictions qui est le nôtre… C'est là qu'intervient l'empathie, qui mène finalement à l'acceptation. Malgré toutes les barrières que nous érigeons involontairement, nous parvenons à nous protéger et à prendre soin de nous-mêmes, en tendant la main à ceux qui, pour une raison ou une autre, sont tombés dans les limbes de ce monde. Au sens figuré, bien sûr. Ce sont des personnes qui traversent une période difficile… et si personne ne les soutient, elles finissent par sombrer dans la dépression… C’est alors qu’une épaule amicale, une étreinte réconfortante, est leur seul espoir de se relever et de retrouver confiance en elles…

Oui… nous devons ouvrir nos bras et accueillir ceux qui ont besoin de notre soutien… après tout, demain, ce sera peut-être nous qui aurons besoin d’une étreinte réconfortante pour surmonter les épreuves de la vie…

Réfléchissez-y…
Tania Miranda - Brésil - 07/02/2026
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Das Leben ist nicht einfach…

Akzeptanz. Ein wunderschönes Wort, nicht wahr? Schließlich ist es doch unser größter Wunsch, von jemandem liebevoll aufgenommen zu werden. Es spielt keine Rolle, wer wir sind, was wir wollen, welches Ziel wir im Leben verfolgen… alles, was wir wirklich brauchen, sind freundliche Worte in den Momenten, in denen alles um uns herum zusammenzubrechen scheint…

Willkommen heißen bedeutet, jemandem Schutz zu bieten, ihn vor den Stürmen des Lebens zu beschützen… ein sicherer Hafen für Bedürftige zu sein… und wie sehr brauchen wir diese tröstende Umarmung in manchen Momenten…

Instinktiv versuchen wir, stark zu wirken, bereit, jedem unvorhergesehenen Ereignis zu begegnen. Schon früh lernen wir, dass Schwäche zu zeigen gefährlich ist… es macht uns angreifbar für die Gefahren, die in der Welt lauern. Das Leben in der Gesellschaft birgt diese Paradoxien… Wir müssen unseren Mitmenschen vertrauen, aber gleichzeitig auch eine gewisse Distanz wahren, weil wir nicht wissen, was wirklich in ihnen vorgeht. Letztendlich steckt in uns allen ein bisschen Dr. Jekyll und Mr. Hyde …

Ja, so schwer es auch fällt, es zuzugeben, wir sind ständig auf der Hut. Nur wenige Menschen in unserem sozialen Umfeld vertrauen wir wirklich. Oftmals schenken wir nicht einmal unseren eigenen Familienmitgliedern das Wichtigste in unserem Leben – Vertrauen.

Es stimmt, dass sich dieses Gefühl mit der Zeit verstärkt. Wenn wir jemanden neu kennenlernen, gibt es zwei Arten von Verhalten: Entweder wir sympathisieren automatisch mit ihm oder wir empfinden eine unerklärliche Abneigung, einen Widerwillen gegen die betreffende Person. Natürlich kann in beiden Fällen erst die gemeinsame Erfahrung unseren ersten Eindruck bestätigen oder widerlegen. Und logischerweise lässt sich im ersten Fall eine neue Freundschaft leichter schließen. Im zweiten Fall entscheidet erst das Verhalten der betreffenden Person darüber, ob sie vorbehaltlos in unseren Freundeskreis aufgenommen wird.

Natürlich können wir es uns nicht immer leisten, selbst zu entscheiden, wer an unserer Seite bleibt. In einer Arbeitsbeziehung beispielsweise hat jeder ein einziges Ziel: den Lebensunterhalt zu sichern.

Diese Situation trifft praktisch auf jeden Moment unseres Lebens zu. Wir sind voneinander abhängig. Und ohne Vertrauen zwischen Partnern ist ein gemeinsames Leben unmöglich. Deshalb versuchen wir, uns auf diesem Weg an unseren Partner anzupassen, gemeinsame Ziele zu verfolgen und uns nicht von negativen Aspekten ablenken zu lassen, die diese Partnerschaft unserer Meinung nach unmöglich machen könnten.

Wir bewegen uns auf einem schmalen Grat. Ein kleiner Fehler kann alles zerstören, all das, wofür wir so hart gekämpft haben. Deshalb entwickeln wir zu unserem Schutz und dem Schutz anderer Mechanismen, die uns zwar keine völlige Freiheit ohne Angst ermöglichen, uns aber zumindest ein gewisses Maß an Sicherheit geben.

Wir befinden uns ständig im Konflikt mit unseren Mitmenschen. Nicht mit denen, die uns am nächsten stehen und die wir zumindest einigermaßen kennen. Aber diejenigen, die etwas weiter von uns entfernt sind, begegnen wir mit Misstrauen. Denn wir wissen nicht wirklich, wie sie denken und die Gesellschaft um sich herum wahrnehmen. Viele Konflikte spielen sich gleichzeitig ab. Einer der bizarrsten ist zweifellos der berüchtigte „Kampf der Geschlechter“. Er existiert zwar nicht wirklich, aber manche Menschen beider Geschlechter sehen das jeweils andere als Feind, vor dem sie sich schützen müssen.

Glücklicherweise haben wir unsere Ventile und unsere sozialen Netzwerke, die uns helfen, wenn wir vom Weg abkommen und uns in der widersprüchlichen Welt, in der wir leben, verirren. Hier kommt Empathie ins Spiel, die letztendlich zu Akzeptanz führt. Trotz all der Barrieren, die wir unfreiwillig errichten, gelingt es uns, uns selbst zu schützen und für uns zu sorgen und denen die Hand zu reichen, die aus dem einen oder anderen Grund am Rande der Gesellschaft gelandet sind. Natürlich nicht im wörtlichen Sinne. Das sind Menschen, die eine schwierige Phase in ihrem Leben durchmachen … und wenn sie niemanden haben, der sie unterstützt, versinken sie in Depressionen … dann ist eine freundliche Schulter, eine tröstende Umarmung oft der einzige Ausweg, um ihre Schwierigkeiten zu überwinden und ihr Selbstwertgefühl wiederzuerlangen …

Ja … wir sollten unsere Arme öffnen und diejenigen willkommen heißen, die unsere Unterstützung brauchen … denn vielleicht sind wir morgen selbst diejenigen, die eine tröstende Umarmung brauchen, um die Härten des Lebens zu meistern …

Denk darüber nach …

Tania Miranda – Brasilien – 07.02.2026

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