VIVA E DEIXE VIVER


 

VIVA E DEIXE VIVER

Viva e deixe viver. Essa seria a filosofia ideal para que todos pudessem ser felizes durante sua curta estadia neste plano. Infelizmente, não é assim. É como se ser feliz fosse algo proibido para a Humanidade. Por que digo isso? Simples... as pessoas procuram sempre o menor motivo possível para entrar em atrito com seus semelhantes. Querem determinar como as outras pessoas podem ou não viver...

Há vários paradigmas seguidos pelos grupos sociais. Nenhum deles realmente defende o Amor ao Próximo. Não importa qual denominação use. As palavras bonitas servem apenas de chamariz para os incautos. Que acabarão por absorver as bases daquele grupo. Que, na realidade, em nada se diferem dos demais. Apenas os "inimigos" ganharão outro rosto, dependendo apenas dos interesses da cúpula que controla tal denominação...

Quando não há inimigos reais inventa-se um. Afinal, sempre haverá algum bode expiatório que servirá para a ocasião. Basta "enfeitá-lo " com as cores que desejamos e o novo inimigo estará pronto para ser execrado. Não importa se temos algo contra este ou não. Importa que ele servirá de distração para que possamos alcançar o objetivo traçado...

Acredito que as pessoas normalmente não pensam no mundo como algo que a todos pertence. É incrível, mas sempre se dá poder para aqueles que gritam mais alto, como se estes soubessem realmente o que estão fazendo. Cria-se um "líder" e em volta deste forma-se uma blindagem, validando todas as decisões do mesmo, por mais absurdas que estas sejam...

Somos programados há várias gerações para considerarmos absurdos como algo corriqueiro. Como algo normal. Somos levados a acreditar que dizimar populações em nome da "segurança" de outros é uma solução palatável. Em nenhum momento passa pela nossa cabeça que, assim como aquele grupo em especial foi escolhido para ser imolado em nome de uma "paz" fictícia, poderia muito bem ser o nosso grupo a vítima de tal atrocidade...

Se voltarmos nossos olhos para os anais da história, veremos quanto sangue inocente foi derramado em nome de uma "paz", que existia não porque as pessoas realmente acreditavam nesta. Ontem, como hoje, o principal ingrediente desta falsa paz na qual vivemos tem um nome que todos evitam comentar... é simplesmente medo. Medo, não... é Pavor, mesmo...

Durante nossa caminhada por esse plano, no decorrer dos séculos, vimos pessoas sendo empaladas, queimadas vivas, asfixiadas em câmaras de gás, envenenadas por veneno espalhado pelo ar... sim, o ser humano tem uma mente brilhante quando é para torturar e exterminar seus iguais...

Vivemos um período de relativa calmaria em nosso mundo. Relativa, porque a Cizânia não foi extirpada de nosso meio. O Ódio, a Cobiça e outros sentimentos negativos ficaram em estado dormente, mas sempre prontos para, como a Serpente, dar seu bote e envenenar sua presa...

Os sinais então ao nosso redor. Ontem, como hoje, líderes de pés de barros elegeram novos inimigos que devem ser destruídos para que o "Status Quo" permaneça intocado. O mais triste dessa situação? É que, ontem como hoje, escolhem os mais fracos para serem imolados no Altar de sua Ambição. E seus acólitos aceitam tais decisões como se estas tivessem sido homologadas por uma Força Superior. Se esquecendo que se amanhã os "detentores do poder" acordarem e decidirem que estes também deverão ser sacrificados em nome de um "bem maior", o farão sem pensar duas vezes... e aqueles que caminham ao seu lado, auxiliando na destruição dos outros irmãos hoje, não terão nenhum escrúpulo em fazer o mesmo com o novo grupo marcado para a Oferenda em nome daqueles que se dizem "mensageiros do divino"...

Viva e deixe viver. Seguir certas tradições, não importa sua origem, servirá apenas para manchar suas mãos de sangue. E o pior... não lhe trará nenhum benefício real. Tudo o que você estará fazendo será alimentar um Vampiro, escondido nas sombras, deixando para você o ônus de tirar vidas que nenhum crime cometeram... apenas queriam viver. Apenas desejavam ter a liberdade de ser quem nasceram para ser, em toda a sua plenitude. Como você... 

Tania Miranda   -    Brasil  -   24/06/2026

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LIVE AND LET LIVE

Live and let live. That would be the ideal philosophy for everyone to be happy during their brief stay on this plane. Unfortunately, that is not the case. It is as if happiness were forbidden to humanity. Why do I say this? It is simple... people constantly seek the slightest excuse to clash with their fellow human beings. They want to dictate how others may or may not live...

Social groups follow various paradigms. None of them truly advocates love for one's neighbor. It does not matter which denomination is used; fine words serve merely as bait for the unwary, who end up absorbing the group's tenets—tenets that, in reality, differ in no way from those of other groups. The "enemies" simply take on a different face, depending entirely on the interests of the leadership controlling that denomination...

When there are no real enemies, one is invented. After all, there will always be a convenient scapegoat. One need only "dress it up" in the desired colors, and the new enemy is ready to be reviled. It does not matter whether we have a genuine grievance against them or not; what matters is that they serve as a distraction, allowing us to achieve our set objective...

I believe people generally do not view the world as something that belongs to everyone. It is incredible, yet power is consistently handed to those who shout the loudest, as if they actually knew what they were doing. A "leader" is created, and a protective shield forms around them, validating every decision they make—no matter how absurd...

For generations, we have been conditioned to regard the absurd as commonplace—as normal. We are led to believe that decimating populations in the name of others' "security" is an acceptable solution. It never crosses our minds that, just as that particular group was chosen to be sacrificed in the name of a fictitious "peace," our own group could very well be the victim of such an atrocity...

If we turn our gaze to the annals of history, we see how much innocent blood has been spilled in the name of a "peace" that existed not because people truly believed in it. Yesterday, as today, the main ingredient of this false peace in which we live has a name that everyone avoids mentioning... it is simply fear. Fear? No... it is sheer dread.

Throughout our journey on this plane, across the centuries, we have seen people impaled, burned alive, suffocated in gas chambers, and poisoned by toxins spread through the air... yes, human beings possess brilliant minds when it comes to torturing and exterminating their own kind...

We are living through a period of relative calm in our world. Relative, because the seeds of discord have not been eradicated from our midst. Hatred, greed, and other negative emotions have remained dormant, yet always ready—like a serpent—to strike and poison their prey...

The signs are all around us. Yesterday, as today, leaders with feet of clay have singled out new enemies who must be destroyed so that the status quo remains untouched. The saddest part of this situation? That yesterday, as today, they choose the weakest to be sacrificed on the altar of their ambition. And their acolytes accept these decisions as if they had been sanctioned by a Higher Power. Forgetting that if, tomorrow, the "holders of power" wake up and decide that *they* too must be sacrificed for the sake of a "greater good," they will do so without a second thought... and those walking alongside them—helping to destroy their fellow beings today—will have no qualms about doing the same to the next group marked for the Offering, all in the name of those who claim to be "messengers of the divine"...

Live and let live. Following certain traditions, regardless of their origin, will only serve to stain your hands with blood. And the worst part is... it will bring you no real benefit. All you will be doing is feeding a Vampire lurking in the shadows, leaving yourself with the burden of taking the lives of those who committed no crime... who simply wanted to live. Who merely desired the freedom to be who they were born to be, in all their fullness. Just like you...

Tania Miranda   -    Brazil  -   June 24, 2026

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VIVIR Y DEJAR VIVIR

Vivir y dejar vivir. Esa sería la filosofía ideal para que todos pudieran ser felices durante su breve estancia en este mundo. Desafortunadamente, no es así. Es como si la felicidad fuera algo prohibido para la humanidad. ¿Por qué digo esto? Sencillo... la gente siempre busca la menor razón posible para enfrentarse a sus semejantes. Quieren determinar cómo pueden o no pueden vivir los demás...

Existen diversos paradigmas que siguen los grupos sociales. Ninguno de ellos defiende realmente el amor al prójimo. Da igual el nombre que usen. Las palabras bonitas solo sirven de cebo para los incautos, quienes terminarán asimilando los fundamentos de ese grupo, que, en realidad, no son diferentes de los demás. Solo los "enemigos" adquieren otra cara, dependiendo únicamente de los intereses del liderazgo que controla esa denominación...

Cuando no hay enemigos reales, se inventan uno. Al fin y al cabo, siempre habrá algún chivo expiatorio que sirva para la ocasión. Basta con "decorarlo" con los colores que queramos y el nuevo enemigo estará listo para ser odiado. Da igual si tenemos algo en su contra o no. Lo que importa es que sirva de distracción para que podamos alcanzar nuestro objetivo...

Creo que la gente normalmente no piensa en el mundo como algo que pertenece a todos. Es increíble, pero el poder siempre se otorga a quienes gritan más fuerte, como si supieran perfectamente lo que hacen. Se crea un "líder" y se forma un escudo a su alrededor, validando todas sus decisiones, por absurdas que sean...

Durante generaciones, nos han programado para considerar las absurdidades como algo común. Como algo normal. Nos hacen creer que diezmar poblaciones en nombre de la "seguridad" de otros es una solución aceptable. Jamás se nos ocurre pensar que, así como ese grupo en particular fue elegido para ser sacrificado en nombre de una supuesta "paz", bien podríamos ser nosotros quienes suframos semejante atrocidad...

Si miramos los anales de la historia, veremos cuánta sangre inocente se ha derramado en nombre de una "paz" que no existía porque la gente creyera realmente en ella. Ayer, como hoy, el ingrediente principal de esta falsa paz en la que vivimos tiene un nombre que nadie menciona: simplemente miedo. ¿Miedo? No... incluso terror...

Durante nuestro viaje por este plano, a lo largo de los siglos, hemos visto personas empaladas, quemadas vivas, asfixiadas en cámaras de gas, envenenadas con veneno transportado por el aire... sí, la humanidad tiene una mente brillante cuando se trata de torturar y exterminar a su propia especie...

Vivimos en un período de relativa calma en nuestro mundo. Relativa, porque la discordia no ha sido erradicada de entre nosotros. El odio, la codicia y otros sentimientos negativos yacen latentes, siempre listos, como la serpiente, para atacar y envenenar a su presa...

Las señales están por todas partes. Ayer, como hoy, líderes con pies de barro han elegido nuevos enemigos que deben ser destruidos para que el statu quo permanezca intacto. ¿Lo más triste de esta situación? Ayer, como hoy, eligen a los más débiles para sacrificarlos en el altar de su ambición. Y sus acólitos aceptan tales decisiones como si hubieran sido aprobadas por un poder superior. Olvidan que si mañana los "detentadores del poder" despiertan y deciden que también estos deben ser sacrificados en nombre de un "bien mayor", lo harán sin pensarlo dos veces... y quienes caminan a su lado, ayudando a destruir a sus hermanos hoy, no tendrán escrúpulos en hacer lo mismo con el nuevo grupo marcado para la ofrenda en nombre de quienes se autodenominan "mensajeros de lo divino"...

Vive y deja vivir. Seguir ciertas tradiciones, sin importar su origen, solo te manchará las manos de sangre. Y peor aún... no te reportará ningún beneficio real. Lo único que harás es alimentar a un vampiro, oculto en las sombras, dejándote con la carga de arrebatar vidas que no cometieron ningún crimen... solo querían vivir. Solo deseaban tener la libertad de ser quienes estaban destinados a ser, en toda su plenitud. Como tú...

Tania Miranda - Brasil - 24/06/2026

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