MAIS VALE PERDER UM MINUTO NA VIDA....


MAIS VALE PERDER UM MINUTO NA VIDA...

Somos seres frágeis. Qualquer coisa... qualquer coisa, mesmo... pode nos derrubar. Ainda assim, nos sentimos como se fôssemos indestrutíveis. O que, de certa forma, é bom. Pois se o medo do que pode nos acontecer nos dominasse, provavelmente viveríamos escondidos em nossas conchas, sem conseguir apreciar a  vida que pupula ao nosso redor. Claro, temos que nos jogar para a vida. Mas, ao mesmo tempo, temos que redobrar nossa atenção quanto aos perigos que podemos enfrentar...

Mas estarmos atentos não basta para garantir nossa integridade física. Como em tudo na vida, há múltiplas variantes que influenciam diretamente sobre nosso dia a dia. E essas variantes são a causa dos vários acidentes que presenciamos a todo instante ao nosso redor.  Porque acidentes acontecem, não porque somos descuidados. Mas porque, por motivos diversos, em determinado momento duas pessoas deixaram de cumprir normas básicas de segurança...

Normalmente, para que algo aconteça, há a necessidade de pelo menos dois indivíduos envolvidos em tal ação. E os dois, naquele exato momento, por um motivo ou por outro, se distraíram. E quando tal acontece, a tragédia se faz presente...

Isso é válido em todos os momentos da vida. Em casa, no trabalho, nas ruas... costumamos dizer que o trânsito é violento, que motoristas, motociclistas e pedestres costumam não respeitar as normas de segurança. Isso é meia verdade. Ninguém, em sã consciência, deseja ocasionar um acidente. Mas a confiança em excesso em sua habilidade pode tornar um momento de descontração em algo trágico...

A pressa é o maior inimigo do motorista... e do motociclista, também. Um pouco mais de pressão sobre o acelerador pode ocasionar situações com consequências inesperadas por ambos os agentes do que não é desejado, mas esperado em um transito intenso. Uma manobra mal feita, uma conversão sem a devida sinalização, uma ultrapassagem sem o devido cuidado... e então o mundo desaba. Para ambos os personagens...

Se o acidente em questão não for fatal, ainda assim a vítima sofrerá sequelas. Se não houver consequências permanentes, o lado mais fraco da colisão pode erguer as mãos para os céus. Conseguiu sobreviver para mais um dia de aventuras por esse mundão de Deus. Se as sequelas forem graves, pode terminar em uma cadeira de rodas ou mesmo em uma cama, sem poder retornar à vida que tinha antes do momento de distração. Se a Indesejável estiver presente naquele instante, bem... a história de um dos dos participantes se encerra. A do outro seguirá o roteiro esperado, pois este terá que arcar com o fato de que sua distração encerrou a vida de um semelhante...

E é tão simples evitarmos esse tipo de coisa. Simples em termos, é claro. Pois, como eu disse, há variáveis demais envolvendo qualquer situação por nós vivenciada. Claro, bom seria se jamais nos envolvêssemos em qualquer tipo de acidente. Infelizmente, essa é uma parte da vida que não controlamos. Até tentamos. Mas...

Vamos caminhar por esse plano com o máximo de cuidado e atenção que possamos dispender em nossa vida. Sem medo de viver, mas dando cada passo rumo ao futuro com cautela. Sem confiança exagerada. Pois quando acreditamos estar acima de tudo e de todos, estamos convidando o Caos a ditar as regras de nossa vida. E, sejamos francas... isso não é nada bom... nem para a vítima, nem para o causador do acidente...

Quando saímos de casa toda manhã temos a certeza absoluta que retornaremos para ela no final de nosso expediente. Mas tal só se confirmará se nada nos acontecer durante nossa jornada. E para isso temos que ter em mente  três palavrinhas básicas... ATENÇÃO a tudo o que ocorre à nossa volta, CUIDADO com nossa integridade e a dos nossos semelhantes  e PACIÊNCIA para esperar que tudo aconteça no tempo determinado. Pois a pressa é a nossa maior inimiga. Quando associada com a distração, o resultado nunca é dos melhores... 

Lembre-se... seus entes queridos te esperam em casa. Contam com o seu retorno. E sofrerão se algo te acontecer. Então se cuide. Por você e por eles...

Tania Miranda   -   Brasil   -   14/07/2026

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BETTER TO LOSE A MINUTE OF YOUR LIFE...

We are fragile beings. Anything—truly, anything at all—can bring us down. Yet, we feel indestructible. Which, in a way, is a good thing. For if the fear of what might happen to us took over, we would likely live hidden away in our shells, unable to appreciate the vibrant life teeming around us. Of course, we have to throw ourselves into life. But at the same time, we must redouble our vigilance regarding the dangers we might face...

Yet, being alert isn't enough to guarantee our physical safety. As with everything in life, there are multiple variables that directly influence our daily lives. And these variables are the cause of the many accidents we witness constantly around us. Accidents happen not necessarily because we are careless, but because—for various reasons—at a specific moment, two people failed to follow basic safety rules...

Usually, for something to happen, at least two individuals must be involved in the action. And both of them, at that exact moment, for one reason or another, became distracted. And when that happens, tragedy strikes...

This holds true for every moment of life—at home, at work, on the streets. We often say that traffic is aggressive, that drivers, motorcyclists, and pedestrians frequently fail to respect safety rules. That is only a half-truth. No one in their right mind wants to cause an accident. But overconfidence in one's own abilities can turn a moment of ease into a tragedy...

Haste is a driver's greatest enemy—and a motorcyclist's, too. A little extra pressure on the accelerator can trigger situations with unexpected consequences for both parties involved in an incident—an event no one wants, yet one that is all too predictable in heavy traffic. A botched maneuver, a turn made without signaling, an overtake attempted without due care... and suddenly, the world comes crashing down. For both parties involved...

If the accident isn't fatal, the victim may still suffer lasting aftereffects. If there are no permanent consequences, the party that fared worse in the collision can truly count their blessings—having survived to face another day of adventures in this vast world. If the injuries are severe, however, they might end up in a wheelchair or even bedridden, unable to return to the life they knew before that moment of distraction. If the Grim Reaper is present at that instant, well... one person's story comes to an end. The other’s story will follow a different, expected path, as they must bear the burden of knowing their distraction ended another person's life...

And yet, it is so simple to avoid this kind of thing. Simple in theory, of course. Because, as I said, there are too many variables involved in any situation we experience. Ideally, of course, we would never be involved in any kind of accident. Unfortunately, that is one part of life we ​​cannot control. We try, certainly. But...

Let us walk this path with the utmost care and attention we can muster. Let us live without fear, yet take every step toward the future with caution. Let us avoid overconfidence; for when we believe we are above everything and everyone, we invite Chaos to dictate the rules of our lives. And, let’s be honest... that never ends well—neither for the victim nor for the person who caused the accident...

When we leave home each morning, we are absolutely certain we will return at the end of the day. But that certainty holds true only if nothing happens to us along the way. To ensure that, we must keep three simple words in mind: ATTENTION to everything happening around us; CARE for our own safety and that of others; and PATIENCE to let things unfold in their own time. Haste is our greatest enemy. When combined with distraction, the outcome is rarely good...

Remember... your loved ones are waiting for you at home. They are counting on your return. And they will suffer if something happens to you. So take care of yourself. For your sake and for theirs...

Tania Miranda   -   Brazil   -   July 14, 2026

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Es mejor perder un minuto en la vida...

Somos seres frágiles. Cualquier cosa, absolutamente cualquier cosa, puede derrumbarnos. Sin embargo, nos sentimos indestructibles. Lo cual, en cierto modo, es bueno. Porque si el miedo a lo que nos pueda pasar nos dominara, probablemente viviríamos encerrados en nosotros mismos, incapaces de apreciar la vida que nos rodea. Por supuesto, debemos lanzarnos a la vida. Pero, al mismo tiempo, debemos redoblar nuestra atención a los peligros que podamos enfrentar...

Pero estar atentos no basta para garantizar nuestra integridad física. Como en todo en la vida, existen múltiples variables que influyen directamente en nuestro día a día. Y estas variables son la causa de los diversos accidentes que presenciamos constantemente a nuestro alrededor. Porque los accidentes ocurren, no por descuido, sino porque, por diversas razones, en un momento dado dos personas no cumplieron con las normas básicas de seguridad...

Normalmente, para que algo suceda, se necesitan al menos dos personas involucradas en dicha acción. Y ambos, en ese preciso instante, por una razón u otra, estaban distraídos. Y cuando eso sucede, la tragedia golpea...

Esto es cierto en todo momento de la vida. En casa, en el trabajo, en la calle... a menudo decimos que el tráfico es violento, que conductores, motociclistas y peatones tienden a no respetar las normas de seguridad. Esto solo es parcialmente cierto. Nadie en su sano juicio quiere causar un accidente. Pero el exceso de confianza en las propias habilidades puede convertir un momento de relajación en algo trágico...

La prisa es el mayor enemigo del conductor... y también del motociclista. Un poco más de presión sobre el acelerador puede provocar situaciones con consecuencias inesperadas para ambos, algo que no se desea, pero sí se espera en el tráfico denso. Una maniobra mal ejecutada, un giro sin señalizar correctamente, un adelantamiento sin la debida precaución... y entonces el mundo se derrumba. Para ambos...

Incluso si el accidente en cuestión no es fatal, la víctima sufrirá consecuencias duraderas. Si no hay consecuencias permanentes, la parte más débil en la colisión puede levantar las manos al cielo. Lograron sobrevivir un día más de aventuras en este vasto mundo de Dios. Si las secuelas son graves, podrían terminar en silla de ruedas o incluso postrados en cama, incapaces de retomar la vida que tenían antes del momento de la distracción. Si el Ser Indeseado está presente en ese instante, bueno... la historia de uno de los participantes termina. La del otro seguirá el guion esperado, pues tendrá que asumir que su distracción acabó con la vida de otro ser humano...

Y es tan sencillo evitar este tipo de cosas. Sencillo, en cierto modo, claro. Porque, como dije, hay demasiadas variables involucradas en cualquier situación que experimentemos. Por supuesto, sería bueno que nunca nos viéramos involucrados en ningún tipo de accidente. Desafortunadamente, esta es una parte de la vida que no controlamos. Lo intentamos, sin embargo. Pero...

Recorramos este plano con el máximo cuidado y atención que podamos reunir en nuestras vidas. Sin miedo a vivir, pero dando cada paso hacia el futuro con cautela. Sin exceso de confianza. Porque cuando creemos estar por encima de todo y de todos, invitamos al caos a que dicte las reglas de nuestras vidas. Y, seamos sinceros... eso no es nada bueno... ni para la víctima ni para quien provoca el accidente...

Cuando salimos de casa cada mañana, tenemos la absoluta certeza de que regresaremos al final de nuestra jornada laboral. Pero esto solo será cierto si no nos ocurre nada durante el trayecto. Y para ello, debemos tener presentes tres palabras clave: ATENCIÓN a todo lo que sucede a nuestro alrededor, CUIDADO por nuestra seguridad y la de los demás, y PACIENCIA para esperar a que todo suceda a su debido tiempo. Porque la prisa es nuestro peor enemigo. Combinada con la distracción, el resultado nunca es el mejor...

Recuerda... tus seres queridos te esperan en casa. Cuentan con tu regreso. Y sufrirán si te ocurre algo. Así que cuídate. Por ti y por ellos...

Tania Miranda - Brasil - 14/07/2026

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