GUERRA E PAZ...


GUERRA E PAZ... 

Vivemos um momento turbulento em nossa história. Na verdade, creio que a turbulência existe desde que o Homem pisou nesse plano. A raça humana, que deveria estar sempre vivendo em paz é belicosa. Por motivos fúteis parte para a agressão, para que sua "honra" permaneça ilibada, "sem manchas"...

Esse espírito agressivo vem desde a mais tenra infância. Por mais que pareça estranho, bebês costumam agredir uns aos  outros, para "defender seu território", mesmo que ainda não tenham noção sobre tal... mas o instinto é forte...

Essa agressividade independe de gênero, posição social, cultura... por mais que tenhamos um verniz civilizatório, determinadas circunstâncias fazem tal blindagem rachar, expondo ao mundo nossa verdadeira natureza. Sim, somos treinados desde pequeninos a dominar esse nosso lado obscuro, mas alguns gatilhos, quando acionados, trazem à superfície o pior de nossa alma...

Diversos são os meios criados para controlar nossos instintos selvagens. Somos domesticados... perdão, queria dizer "treinados"... de forma a sempre suprimirmos nossos instintos mais primários. Quando o ataque era a melhor defesa. Quando ser superior ao inimigo significava a diferença entre vida ou morte...

Como a maioria dos animais, somos territorialistas. Não aceitamos de bom grado que invadam nosso espaço, não importa quem seja. Por outro lado, estamos sempre em busca de expansão... sempre que possível, invadimos o território alheio e tomamos aquilo que cobiçamos, sem que nem uma ponta de remorso tire nosso sono...

Sim, durante nossa evolução social criou-se meios artificiais de controle dessa nossa necessidade de alcançar novos horizontes, não importa de qual forma. O primeiro foi a organização de grupos, o segundo, a noção de propriedade privada, adquirida das mãos de quem controla o núcleo onde estamos inseridos...

Os controladores sociais podem ser vitalícios... reis e sua prole, onde o poder passa para os herdeiros quando o líder principal deixa nosso plano... ou temporários. Essa temporalidade pode ocorrer em algumas situações distintas.... uma delas é a tomada do poder à força, onde toda uma população é submetida à vontade daquele que se arvorou seu líder, não importando se o grupo deseja ou não. A segunda situação é quando o líder é escolhido por seus pares, tendo um tempo definido para permanecer à frente do grupo. No final desse tempo, outro líder é escolhido, assumindo a posição de seu antecessor sem nenhum tipo de contratempo...

Esses líderes assumem a posição de "cérebro" de seu grupo e suas ideias e desejos passam a ser aquilo que o grupo, como um todo, vai seguir. Claro que sempre haverá dissidentes, mas a grande maioria lhe dará o aval necessário para seguir seus planos de expansão...

Não importa qual justificativa usada para que esse corpo social tente tomar um território onde outro povo habita. O que realmente interessa são as riquezas que esse novo território possui. O povo invadido, se mais fraco militarmente, tem duas opções... resistir com todas as suas forças contra o inimigo, onde haverá baixas... pois em uma guerra as pessoas morrem... ou entregar, sem luta, aquilo que o invasor veio buscar. Nenhuma das duas opções realmente é interessante para quem tem seus direitos usurpados...

No final das contas, como que embriagados pelas ideias daqueles que conquistaram o direito de dirigir toda uma nação, o povo acaba por fazer a vontade destes, não porque concordam integralmente com suas explicações... mas é a oportunidade ideal para extravasarem seus mais baixos instintos...

Lembre-se que em conflitos entre povos o velho ditado "quem pode mais chora menos" é aplicado ao pé da letra. Claro que o lado mais fraco sempre perderá a contenda. Mas o lado mais fraco nem sempre é o com armamento mais simples...

De qualquer forma, o fato de aceitarmos ordens de uma pessoa como algo a ser obedecido sem questionamento somente mostra o quão eficaz foi o condicionamento ao qual fomos submetidos. É como uma colmeia, onde as ordens da abelha rainha são cumpridas à risca...

Sim, por mais que tentemos fugir da pecha de "irracionais", quando conseguem alcançar nosso âmago, a programação original entra em ação... e lá vamos nós, cumprir nosso papel nacionalista... anexar novos territórios em nome da Mãe Pátria... e não se enganem...  "Mãe Pátria" de forma alguma está se referindo aos países devidamente constituídos... mas sim a todo grupo que, de uma forma ou de outra, se prontifica a sufocar o inimigo, mesmo não tendo a menor ideia de qual perigo tal sujeito oferece para sua integridade física. Mas assim é a vida...

Desejamos a Paz Mundial acima de todas as coisas. E a única forma de alcançá-la é não nos deixar dominar por forças belicosas, nem internas, nem externas. Mas não é tão simples assim conseguir tal intento. Porque, se em determinada situação não reagirmos, acabaremos por deixar esse plano antes do nosso tempo...

Viver não é fácil. Viver em paz, então, é muito mais complicado. Pois embora não sejamos adeptos da violência nua, crua, explícita, muitas vezes temos que lançar mão desse expediente para garantir não só a nossa sobrevivência como a de nossos entes queridos...

Rezemos para que chegue o dia em que não precisaremos lançar mão desse artifício e que todos possamos viver em Paz, realmente. Sonhar ainda é permitido para nós... rezar, também. Então clamemos ao Pai Celestial para que este nos dê o discernimento para que possamos viver em paz junto a todos os nossos semelhantes. E que chegue o dia em que a Paz Mundial deixe de ser apenas uma utopia, mas se torne a realidade com a qual sempre sonhamos...

Tania Miranda   -    Brasil   -  12/04/2026

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WAR AND PEACE...

We are living through a turbulent time in our history. In fact, I believe that turbulence has existed since Man first set foot on this plane. The human race, which should always be living in peace, is belligerent. For frivolous reasons, it resorts to aggression so that its "honor" remains untarnished, "without stain"...

This aggressive spirit comes from the earliest childhood. As strange as it may seem, babies often attack each other to "defend their territory," even if they don't yet have a notion of it... but the instinct is strong...

This aggressiveness is independent of gender, social position, culture... however much we have a veneer of civilization, certain circumstances cause this armor to crack, exposing our true nature to the world. Yes, we are trained from a young age to control this dark side of ourselves, but some triggers, when activated, bring to the surface the worst of our soul...

Various means have been created to control our wild instincts. We are domesticated... pardon me, I meant "trained"... in such a way that we always suppress our most primal instincts. When attack was the best defense. When being superior to the enemy meant the difference between life and death...

Like most animals, we are territorial. We don't readily accept invasions of our space, no matter who it is. On the other hand, we are always seeking expansion... whenever possible, we invade foreign territory and take what we covet, without a single pang of remorse keeping us awake at night...

Yes, during our social evolution, artificial means of controlling this need to reach new horizons were created, no matter how. The first was the organization of groups, the second, the notion of private property, acquired from those who control the core group in which we are embedded...

Social controllers can be lifelong... kings and their offspring, where power passes to the heirs when the main leader leaves our plane... or temporary. This temporality can occur in several distinct situations... one of them is the seizure of power by force, where an entire population is subjected to the will of the one who has appointed himself its leader, regardless of whether the group desires it or not. The second situation is when the leader is chosen by his peers, having a defined time to remain at the head of the group. At the end of this time, another leader is chosen, assuming the position of his predecessor without any kind of setback...

These leaders assume the position of "brain" of their group, and their ideas and desires become what the group, as a whole, will follow. Of course, there will always be dissenters, but the vast majority will give him the necessary approval to pursue his expansion plans...

It doesn't matter what justification is used for this social body to try to take over a territory inhabited by another people. What really matters are the riches that this new territory possesses. The invaded people, if militarily weaker, have two options... resist with all their might against the enemy, where there will be casualties... because in war people die... or surrender, without a fight, what the invader came to seek. Neither option is truly appealing to those whose rights are usurped...

In the end, as if intoxicated by the ideas of those who have conquered the right to rule an entire nation, the people end up doing their will, not because they fully agree with their explanations... but because it is the ideal opportunity to unleash their basest instincts...

Remember that in conflicts between peoples the old saying "might makes right" is applied literally. Of course, the weaker side will always lose the conflict. But the weaker side is not always the one with the simplest weaponry...

In any case, the fact that we accept orders from a person as something to be obeyed without question only shows how effective the conditioning to which we have been subjected has been. It's like a beehive, where the queen bee's orders are followed to the letter...

Yes, however much we try to escape the label of "irrational," when they manage to reach our core, the original programming kicks in... and there we go, fulfilling our nationalist role... annexing new territories in the name of the Motherland... and make no mistake... "Motherland" in no way refers to duly constituted countries... but rather to any group that, in one way or another, is willing to suffocate the enemy, even without having the slightest idea of ​​what danger such a subject poses to their physical integrity. But that's life...

We desire World Peace above all things. And the only way to achieve it is not to let ourselves be dominated by belligerent forces, neither internal nor external. But achieving this goal is not so simple. Because, if in a given situation we do not react, we will end up leaving this plane before our time...  

 Life isn't easy. Living in peace, then, is much more complicated. For although we are not proponents of naked, raw, explicit violence, we often have to resort to this expedient to guarantee not only our survival but also that of our loved ones...

Let us pray that the day will come when we will not need to resort to this artifice and that we can all truly live in peace. Dreaming is still permitted for us... praying, too. So let us cry out to the Heavenly Father to give us the discernment so that we may live in peace with all our fellow human beings. And may the day come when World Peace ceases to be just a utopia, but becomes the reality we have always dreamed of...

Tania Miranda - Brazil - April 12, 2026 

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GUERRA Y PAZ...

Vivimos una época turbulenta en nuestra historia. De hecho, creo que la turbulencia ha existido desde que el hombre pisó este planeta. La raza humana, que debería vivir siempre en paz, es beligerante. Por razones triviales, recurre a la agresión para que su "honor" permanezca intacto, "sin mancha"...

Este espíritu agresivo proviene de la primera infancia. Por extraño que parezca, los bebés a menudo se atacan entre sí para "defender su territorio", incluso sin tener aún no ser conscientes de ello... pero el instinto es fuerte...

Esta agresividad es independiente del género, la posición social, la cultura... por mucho que tengamos una apariencia de civilización, ciertas circunstancias hacen que esta armadura se resquebraje, exponiendo nuestra verdadera naturaleza al mundo. Sí, desde pequeños nos entrenan para controlar este lado oscuro de nosotros mismos, pero ciertos detonantes, al activarse, sacan a la superficie lo peor de nuestra alma...

Se han creado diversos medios para controlar nuestros instintos salvajes. Estamos domesticados... perdón, quise decir "entrenados"... de tal manera que siempre reprimimos nuestros instintos más primarios. Cuando el ataque era la mejor defensa. Cuando ser superior al enemigo significaba la diferencia entre la vida y la muerte...

Como la mayoría de los animales, somos territoriales. No aceptamos fácilmente las invasiones de nuestro espacio, sin importar quién sea. Por otro lado, siempre buscamos expandirnos... siempre que es posible, invadimos territorio ajeno y tomamos lo que codiciamos, sin el menor remordimiento que nos quite el sueño...

Sí, durante nuestra evolución social, se crearon medios artificiales para controlar esta necesidad de alcanzar nuevos horizontes, sin importar cómo. El primero fue la organización de grupos, el segundo, la noción de propiedad privada, adquirida de aquellos que controlan el grupo central en el que estamos integrados...

Los controladores sociales pueden ser vitalicios... reyes y su descendencia, donde el poder pasa a los herederos cuando el líder principal abandona nuestro plano... o temporales. Esta temporalidad puede darse en diversas situaciones... una de ellas es la toma del poder por la fuerza, donde toda una población se somete a la voluntad de quien se ha autoproclamado líder, independientemente de si el grupo lo desea o no. La segunda situación se da cuando el líder es elegido por sus pares, con un tiempo definido para permanecer al frente del grupo. Al final de este tiempo, se elige a otro líder, quien asume el puesto de su predecesor sin ningún tipo de contratiempo...

Estos líderes asumen la posición de "cerebro" de su grupo, y sus ideas y deseos se convierten en la norma que el grupo, en su conjunto, seguirá. Por supuesto, siempre habrá disidentes, pero la gran mayoría le dará la aprobación necesaria para llevar a cabo sus planes de expansión...

No importa qué justificación utilice este grupo social para intentar apoderarse de un territorio habitado por otro pueblo. Lo que realmente importa son las riquezas que posee ese nuevo territorio. Los pueblos invadidos, aunque militarmente más débiles, tienen dos opciones: resistir con todas sus fuerzas contra el enemigo, donde habrá bajas, porque en la guerra mueren; o rendirse, sin luchar, a lo que el invasor buscaba. Ninguna de las dos opciones resulta atractiva para aquellos cuyos derechos han sido usurpados.

Al final, como embriagados por las ideas de quienes han conquistado el derecho a gobernar una nación entera, los pueblos terminan haciendo su voluntad, no porque estén completamente de acuerdo con sus explicaciones, sino porque es la oportunidad ideal para dar rienda suelta a sus instintos más básicos.

Recordemos que en los conflictos entre pueblos, el viejo dicho «la fuerza hace el derecho» se aplica literalmente. Por supuesto, el bando más débil siempre perderá el conflicto. Pero el bando más débil no siempre es el que posee el armamento más sencillo.

En cualquier caso, el hecho de que aceptemos órdenes sin cuestionarlas demuestra la eficacia del condicionamiento al que hemos sido sometidos. Es como una colmena, donde las órdenes de la abeja reina se siguen al pie de la letra...

Sí, por mucho que intentemos evitar la etiqueta de "irracional", cuando logran calar hondo, la programación original se activa... y ahí vamos, cumpliendo nuestro papel nacionalista... anexionando nuevos territorios en nombre de la Madre Patria... y que quede claro: "Madre Patria" no se refiere en absoluto a países debidamente constituidos... sino a cualquier grupo que, de una forma u otra, esté dispuesto a asfixiar al enemigo, incluso sin tener la menor idea del peligro que tal sujeto representa para su integridad física. Pero así es la vida...

Deseamos la paz mundial por encima de todo. Y la única manera de lograrla es no dejarnos dominar por fuerzas beligerantes, ni internas ni externas. Pero alcanzar este objetivo no es tan sencillo. Porque, si en una situación dada no reaccionamos, acabaremos abandonando este plano antes de tiempo...

La vida no es fácil. Vivir en paz, entonces, es mucho más complicado. Porque si bien no defendemos la violencia cruda y explícita, a menudo debemos recurrir a ella para garantizar no solo nuestra supervivencia, sino también la de nuestros seres queridos...

Oremos para que llegue el día en que no tengamos que recurrir a este artificio y podamos vivir verdaderamente en paz. Soñar aún está permitido... y orar también. Así que clamemos al Padre Celestial para que nos dé discernimiento y podamos vivir en paz con todos nuestros semejantes. Y que llegue el día en que la paz mundial deje de ser una utopía y se convierta en la realidad que siempre hemos anhelado...

Tania Miranda - Brasil - 12 de abril de 2026

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GUERRA E PACE...

Stiamo vivendo un periodo turbolento della nostra storia. Anzi, credo che la turbolenza esista da quando l'uomo ha messo piede su questo pianeta. La razza umana, che dovrebbe sempre vivere in pace, è bellicosa. Per motivi futili, ricorre all'aggressione affinché il suo "onore" rimanga intatto, "senza macchia"...

Questo spirito aggressivo nasce fin dalla prima infanzia. Per quanto strano possa sembrare, i neonati spesso si attaccano a vicenda per "difendere il proprio territorio", anche se non ne hanno ancora la consapevolezza... ma l'istinto è forte...

Questa aggressività è indipendente dal sesso, dalla posizione sociale, dalla cultura... per quanto possiamo essere ricoperti da una patina di civiltà, certe circostanze fanno sì che questa corazza si incrini, esponendo la nostra vera natura al mondo. Sì, fin da piccoli veniamo educati a controllare questo lato oscuro di noi stessi, ma alcuni fattori scatenanti, quando attivati, portano a galla il peggio della nostra anima...

Sono stati creati diversi mezzi per controllare i nostri istinti selvaggi. Siamo addomesticati... scusate, volevo dire "addestrati"... in modo tale da sopprimere costantemente i nostri istinti più primordiali. Quando l'attacco era la migliore difesa. Quando essere superiori al nemico significava la differenza tra la vita e la morte...

Come la maggior parte degli animali, siamo territoriali. Non accettiamo facilmente invasioni del nostro spazio, chiunque esse siano. D'altra parte, siamo sempre alla ricerca di espansione... quando possibile, invadiamo territori stranieri e ci prendiamo ciò che desideriamo, senza il minimo rimorso che ci tenga svegli la notte...

Sì, durante la nostra evoluzione sociale, sono stati creati mezzi artificiali per controllare questo bisogno di raggiungere nuovi orizzonti, in un modo o nell'altro. Il primo è stata l'organizzazione in gruppi, il secondo, il concetto di proprietà privata, acquisita da coloro che controllano il gruppo centrale in cui siamo inseriti...

I controllori sociali possono essere permanenti... re e la loro prole, dove il potere passa agli eredi quando il leader principale lascia il nostro piano di esistenza... oppure temporanei. Questa temporalità può manifestarsi in diverse situazioni distinte... una di queste è la presa del potere con la forza, in cui un'intera popolazione è assoggettata alla volontà di chi si è autoproclamato leader, a prescindere dalla volontà del gruppo. La seconda situazione si verifica quando il leader viene scelto dai suoi pari, con un mandato di durata definita. Al termine di tale mandato, viene scelto un altro leader, che assume la posizione del suo predecessore senza alcuna interruzione...

Questi leader assumono il ruolo di "mente" del gruppo, e le loro idee e i loro desideri diventano ciò che il gruppo, nel suo complesso, seguirà. Naturalmente, ci saranno sempre dei dissidenti, ma la stragrande maggioranza gli darà l'approvazione necessaria per perseguire i suoi piani di espansione...

Non importa quale giustificazione venga addotta da questo corpo sociale per tentare di conquistare un territorio abitato da un altro popolo. Ciò che conta veramente sono le ricchezze che questo nuovo territorio possiede. Il popolo invaso, se militarmente più debole, ha due opzioni: resistere con tutte le forze al nemico, subendo perdite, perché in guerra si muore, oppure arrendersi, senza combattere, a ciò che l'invasore è venuto a reclamare. Nessuna delle due opzioni è realmente allettante per coloro i cui diritti vengono usurpati.

Alla fine, quasi inebriati dalle idee di chi si è impadronito del diritto di governare un'intera nazione, i popoli finiscono per obbedire alla loro volontà, non perché ne condividano appieno le spiegazioni, ma perché è l'occasione ideale per dare sfogo ai loro istinti più bassi.

Ricordiamoci che nei conflitti tra popoli il vecchio detto "la forza fa la ragione" si applica letteralmente. Naturalmente, la parte più debole perderà sempre il conflitto. Ma la parte più debole non è sempre quella con l'armamento più semplice.

In ogni caso, il fatto che accettiamo gli ordini di una persona come qualcosa da obbedire senza discutere dimostra solo quanto sia stato efficace il condizionamento a cui siamo stati sottoposti. È come un alveare, dove gli ordini dell'ape regina vengono eseguiti alla lettera...

Sì, per quanto ci sforziamo di sfuggire all'etichetta di "irrazionali", quando riescono a raggiungere il nostro nucleo, la programmazione originaria si attiva... ed eccoci lì, a svolgere il nostro ruolo nazionalista... annettendo nuovi territori in nome della Madrepatria... e non fraintendetemi... "Madrepatria" non si riferisce in alcun modo a stati legalmente costituiti... ma piuttosto a qualsiasi gruppo che, in un modo o nell'altro, sia disposto a soffocare il nemico, anche senza avere la minima idea del pericolo che tale soggetto rappresenta per la propria integrità fisica. Ma questa è la vita...

Desideriamo la Pace Mondiale sopra ogni cosa. E l'unico modo per ottenerla è non lasciarci dominare da forze belligeranti, né interne né esterne. Ma raggiungere questo obiettivo non è così semplice. Perché, se in una data situazione non reagiamo, finiremo per lasciare questo mondo prima del tempo...

La vita non è facile. Vivere in pace, quindi, è molto più complicato. Perché, sebbene non siamo fautori di una violenza esplicita e brutale, spesso dobbiamo ricorrere a questo espediente per garantire non solo la nostra sopravvivenza, ma anche quella dei nostri cari...

Preghiamo affinché venga il giorno in cui non avremo più bisogno di ricorrere a questo artificio e in cui potremo tutti vivere veramente in pace. Sognare ci è ancora permesso... e anche pregare. Invochiamo dunque il Padre Celeste affinché ci doni il discernimento necessario per vivere in pace con tutti i nostri simili. E che venga il giorno in cui la Pace Mondiale cessi di essere solo un'utopia, ma diventi la realtà che abbiamo sempre sognato...

Tania Miranda - Brasile - 12 aprile 2026



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