COMPREENDER A ALMA DE NOSSO SEMELHANTE É O CAMINHO PARA A VERDADEIRA FELICIDADE...


COMPREENDER A ALMA DE NOSSO SEMELHANTE É O CAMINHO PARA A VERDADEIRA FELICIDADE... 

Somos seres complexos. Cada pessoa é um Universo à parte. Não existem duas pessoas exatamente iguais, nem física, nem mentalmente. Cada um vê o mundo ao seu redor de uma maneira peculiar, onde apenas ela consegue entender e se situar. Claro, quando duas pessoas se encontram e conseguem se entender ao um nível não explicável pela ciência, dão início à formação de uma nova família, onde perpetuarão a espécie, formando novos habitantes para esse planetinha azul onde nos encontramos...

O que não esperamos é que os traumas que cada um carrega em sua alma acabe por se fixar nesses brotos que nascem de nosso encontro... sim, pois em maior ou menor grau, todos nós carregamos traumas da infância. Viver não é fácil... aprendemos isso já no berço...

Quando um homem e uma mulher formam uma nova família, esperam... desejam... criar seus filhos de uma maneira especial, pois enquanto esses são aguardados mil planos são traçados para sua criação. O casal projeta em seus rebentos tudo aquilo que, por um motivo ou por outro, tiveram negado em sua formação. É errado, mas a criança que vai chegar já está predestinada a ser educada da forma que seus genitores gostariam de ter sido...

Mas... e sempre existe um mas, não é mesmo? Embora sejamos influenciáveis até certo ponto pela forma que somos educados, não existe nenhuma garantia de que possamos ser domesticados conforme o desejo de nossos responsáveis. Porque, embora a influência de nossos pais conte em nossa formação, durante a gestação recebemos uma série de informações que podem ser conflitantes com a maneira de pensar destes. Pois ao formar um novo ser, a sua essência é única... e pode divergir de tudo aquilo que é esperado ansiosamente por seus genitores...

A incompreensão da psique humana por parte nossa não nos permite identificar as necessidades reais de cada ente que aqui chega. Então usamos a nós mesmos como modelo e tentamos incutir na mentalidade da criança nossas crenças, nossos desejos... o problema é que são duas pessoas diferentes a tentar influenciar esse novo ser... e muitas vezes a forma de pensar é conflitante...

Isso acaba gerando fraturas psíquicas não só na criança como também em seus genitores. Na primeira, porque lhe é exigido abrir mão de sua verdadeira essência para conseguir satisfazer aqueles que em princípio estão ali para a proteger e encaminhá-la para a vida. Aos segundos, pela decepção que fatalmente irão sentir, pois a criaturinha a sua frente não é nada daquilo que esperavam. Por mais que tentem, não conseguem moldá-la à sua imagem e semelhança... e isso acaba por deixá-las frustradas, sentindo-se derrotadas em seu papel tutorial...

Dependendo do tipo de trauma sofrido ainda na primeira parte de sua vida, as sequelas não serão absorvidas com muita facilidade. essa criança, exposta que foi a uma infância difícil, pode ter, em seu futuro, crise de tristeza profunda, ausência de prazer, humor deprimido, euforia seguida de tristeza intensa... resumindo... depressão...

Uma pessoa deprimida passa a ser incompreendida por aqueles que gravitam ao seu redor. Porque sua alteração de humor é algo que foge dos parâmetros tradicionais, se é que se pode medir as ações das pessoas por alguma regra social...

Mesmo que aos olhos da maioria esta pareça bem sucedida e, por esse motivo, sua maneira de agir seja sem sentido para aqueles que gravitam ao seu redor, tudo o que esta pessoa anseia é uma mão que a ajude a se levantar do abismo no qual se encontra. Mas como podemos ajudar alguém, quando não conseguimos compreender sua dor? Bem, assim é a vida...

Para que possamos estender a mão a quem quer que seja, precisamos de um sentimento que vai nos machucar, pois sentiremos, mesmo que não com a mesma intensidade, as dores que nosso semelhante carrega. Só assim, nos colocando em seu lugar, temos a chance de ajudá-la a caminha para a luz... e podemos, então, ajudá-la a superar seus traumas e tentar colar os cacos que sua alma carrega... é fácil? De forma alguma...

Somente quando formos capazes de entender tudo aquilo que uma pessoa carrega em sua alma teremos condições de caminhar por esse plano em Paz e Harmonia com a Natureza. Pois somos parte Dela... e quando estivermos ligados não por nossos desejos e frustrações, mas pelo Amor pela Vida, a Paz Mundial reinará por todo nosso Universo...

Tania Miranda   -    Brasil    -   04/04/2026

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Understanding the soul of our fellow human being is the path to true happiness...

We are complex beings. Each person is a universe unto themselves. No two people are exactly alike, neither physically nor mentally. Each one sees the world around them in a peculiar way, where only they can understand and situate themselves. Of course, when two people meet and manage to understand each other on a level not explainable by science, they begin the formation of a new family, where they will perpetuate the species, forming new inhabitants for this little blue planet where we find ourselves...

What we don't expect is that the traumas that each one carries in their soul end up becoming fixed in these sprouts that are born from our encounter... yes, because to a greater or lesser degree, we all carry childhood traumas. Life isn't easy... we learn that from the cradle...

When a man and a woman form a new family, they hope... they desire... to raise their children in a special way, because while they are awaited, a thousand plans are drawn up for their upbringing. The couple projects onto their offspring everything that, for one reason or another, they were denied in their own upbringing. It's wrong, but the child who is about to arrive is already predestined to be raised in the way their parents would have liked to have been...

But... and there's always a but, isn't there? Although we are influenced to a certain extent by the way we are raised, there is no guarantee that we can be domesticated according to the wishes of our caregivers. Because, although the influence of our parents counts in our formation, during gestation we receive a series of information that may conflict with their way of thinking. For in forming a new being, its essence is unique... and may diverge from everything that is anxiously expected by its parents...

Our misunderstanding of the human psyche prevents us from identifying the real needs of each being who arrives here. So we use ourselves as a model and try to instill our beliefs and desires into the child's mind... the problem is that there are two different people trying to influence this new being... and often their ways of thinking are conflicting...

This ends up generating psychic fractures not only in the child but also in their parents. In the child, because they are required to give up their true essence in order to satisfy those who, in principle, are there to protect and guide them through life. In the parents, because of the disappointment they will inevitably feel, since the little creature in front of them is nothing like what they expected. No matter how hard they try, they cannot mold it in their own image and likeness... and this ends up leaving them frustrated, feeling defeated in their tutoring role...

Depending on the type of trauma suffered in the first part of their life, the aftereffects will not be absorbed very easily. This child, exposed as they were to a difficult childhood, may experience, in their future, crises of profound sadness, absence of pleasure, depressed mood, euphoria followed by intense sadness... in short... depression...

A depressed person becomes misunderstood by those around them. Because their mood swings are something that escapes traditional parameters, if one can even measure people's actions by any social rule...

Even if, in the eyes of most, they seem successful and, for that reason, their way of acting is meaningless to those around them, all this person longs for is a hand to help them rise from the abyss in which they find themselves. But how can we help someone when we cannot understand their pain? Well, that's life...

In order to extend a hand to anyone, we need a feeling that will hurt us, because we will feel, even if not with the same intensity, the pain that our fellow human being carries. Only by putting ourselves in her place do we have the chance to help her walk towards the light... and we can then help her overcome her traumas and try to piece together the fragments her soul carries... is it easy? Not at all...

Only when we are able to understand everything that a person carries in their soul will we be able to walk through this plane in Peace and Harmony with Nature. For we are part of It... and when we are connected not by our desires and frustrations, but by Love for Life, World Peace will reign throughout our Universe...

Tania Miranda - Brazil - 04/04/2026

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Comprender el alma de nuestro prójimo es el camino hacia la verdadera felicidad...

Somos seres complejos. Cada persona es un universo en sí misma. No hay dos personas exactamente iguales, ni física ni mentalmente. Cada una percibe el mundo que la rodea de una manera peculiar, donde solo ella puede comprenderse y ubicarse. Por supuesto, cuando dos personas se encuentran y logran comprenderse a un nivel que la ciencia no puede explicar, comienzan a formar una nueva familia, donde perpetuarán la especie, creando nuevos habitantes para este pequeño planeta azul en el que nos encontramos...

Lo que no esperamos es que los traumas que cada uno lleva en su alma terminen quedando grabados en estos brotes que nacen de nuestro encuentro... sí, porque en mayor o menor medida, todos cargamos con traumas infantiles. La vida no es fácil... lo aprendemos desde la cuna...

Cuando un hombre y una mujer forman una nueva familia, esperan... desean... criar a sus hijos de una manera especial, porque mientras los esperan, se trazan mil planes para su educación. La pareja proyecta en su descendencia todo aquello que, por una u otra razón, les fue negado en su propia crianza. Es injusto, pero el niño que está por nacer ya está predestinado a ser criado como a sus padres les hubiera gustado...

Pero... y siempre hay un pero, ¿verdad? Si bien nos vemos influenciados en cierta medida por nuestra crianza, no hay garantía de que podamos ser domesticados según los deseos de quienes nos cuidaron. Porque, aunque la influencia de nuestros padres es importante en nuestra formación, durante la gestación recibimos una serie de informaciones que pueden entrar en conflicto con su forma de pensar. Al formarse un nuevo ser, su esencia es única... y puede divergir de todo aquello que sus padres anhelan...

Nuestra incomprensión de la psique humana nos impide identificar las verdaderas necesidades de cada ser que llega a este mundo. Así que nos usamos a nosotros mismos como modelo e intentamos inculcar nuestras creencias y deseos en la mente del niño... el problema es que hay dos personas diferentes intentando influir en este nuevo ser... y a menudo sus formas de pensar son contradictorias...

Esto termina generando fracturas psíquicas no solo en el niño, sino también en sus padres. En el niño, porque se le exige renunciar a su verdadera esencia para complacer a quienes, en principio, están ahí para protegerlo y guiarlo en la vida. En los padres, por la decepción que inevitablemente sentirán, ya que la pequeña criatura que tienen delante no se parece en nada a lo que esperaban. Por mucho que lo intenten, no pueden moldearlo a su imagen y semejanza... y esto termina dejándolos frustrados, sintiéndose derrotados en su papel de tutores...

Dependiendo del tipo de trauma sufrido en la primera etapa de su vida, las secuelas no se asimilarán fácilmente. Este niño, expuesto como estuvo a una infancia difícil, puede experimentar en el futuro crisis de profunda tristeza, ausencia de placer, estado de ánimo depresivo, euforia seguida de una intensa tristeza... en resumen... depresión.

Una persona deprimida se siente incomprendida por quienes la rodean. Porque sus cambios de humor escapan a los parámetros tradicionales, si es que se puede medir el comportamiento humano con alguna norma social.

Aunque, a ojos de la mayoría, parezca exitosa y, por ello, su forma de actuar resulte irrelevante para los demás, lo único que anhela esta persona es una mano que la ayude a salir del abismo en el que se encuentra. Pero, ¿cómo podemos ayudar a alguien si no podemos comprender su dolor? Así es la vida.

Para tender una mano a alguien, necesitamos sentir dolor, porque sentiremos, aunque no con la misma intensidad, el sufrimiento que lleva nuestro semejante. Solo poniéndonos en su lugar tendremos la oportunidad de ayudarla a caminar hacia la luz... y entonces podremos ayudarla a superar sus traumas y a reconstruir los fragmentos que su alma lleva consigo... ¿Es fácil? Para nada...

Solo cuando seamos capaces de comprender todo lo que una persona lleva en su alma podremos transitar por este plano en paz y armonía con la naturaleza. Porque somos parte de ella... y cuando estemos conectados no por nuestros deseos y frustraciones, sino por el amor a la vida, la paz mundial reinará en todo nuestro universo...

Tania Miranda - Brasil - 04/04/2026

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 Comprendere l'anima del nostro prossimo è la via per la vera felicità...

Siamo esseri complessi. Ogni persona è un universo a sé stante. Non esistono due persone esattamente uguali, né fisicamente né mentalmente. Ognuno vede il mondo che lo circonda in un modo peculiare, in cui solo lui può comprenderlo e collocarsi. Naturalmente, quando due persone si incontrano e riescono a comprendersi a un livello non spiegabile dalla scienza, iniziano a formare una nuova famiglia, che perpetuerà la specie, dando vita a nuovi abitanti per questo piccolo pianeta blu in cui ci troviamo...

Quello che non ci aspettiamo è che i traumi che ognuno porta dentro di sé finiscano per fissarsi in questi germogli nati dal nostro incontro... sì, perché in misura maggiore o minore, tutti portiamo con noi traumi infantili. La vita non è facile... lo impariamo fin dalla culla...

Quando un uomo e una donna formano una nuova famiglia, sperano... desiderano... crescere i loro figli in un modo speciale, perché mentre li attendono, mille progetti vengono elaborati per la loro educazione. La coppia proietta sulla prole tutto ciò che, per un motivo o per l'altro, le è stato negato durante la propria educazione. È sbagliato, ma il bambino che sta per venire al mondo è già predestinato a essere cresciuto nel modo in cui i suoi genitori avrebbero voluto...

Ma... e c'è sempre un ma, vero? Sebbene siamo influenzati in una certa misura dal modo in cui veniamo cresciuti, non c'è alcuna garanzia che possiamo essere addomesticati secondo i desideri di chi si prende cura di noi. Perché, sebbene l'influenza dei nostri genitori conti nella nostra formazione, durante la gestazione riceviamo una serie di informazioni che possono entrare in conflitto con il loro modo di pensare. Perché nella formazione di un nuovo essere, la sua essenza è unica... e può divergere da tutto ciò che i suoi genitori si aspettano con ansia...

La nostra incomprensione della psiche umana ci impedisce di identificare i veri bisogni di ogni essere che viene al mondo. Così usiamo noi stessi come modello e cerchiamo di instillare le nostre convinzioni e i nostri desideri nella mente del bambino... il problema è che ci sono due persone diverse che cercano di influenzare questo nuovo essere... e spesso i loro modi di pensare sono in conflitto...

Questo finisce per generare fratture psichiche non solo nel bambino, ma anche nei suoi genitori. Nel bambino, perché è costretto a rinunciare alla sua vera essenza per compiacere coloro che, in linea di principio, sono lì per proteggerlo e guidarlo nella vita. Nei genitori, a causa della delusione che inevitabilmente proveranno, poiché la piccola creatura che hanno di fronte non è affatto come se l'aspettavano. Per quanto si sforzino, non riescono a plasmarla a loro immagine e somiglianza... e questo finisce per lasciarli frustrati, con un senso di sconfitta nel loro ruolo di educatori...

A seconda del tipo di trauma subito nella prima parte della vita, le conseguenze non saranno facilmente assorbite. Questo bambino, esposto com'è a un'infanzia difficile, potrebbe sperimentare, in futuro, crisi di profonda tristezza, assenza di piacere, umore depresso, euforia seguita da intensa tristezza... insomma... depressione...

Una persona depressa viene fraintesa da chi le sta intorno. Perché i suoi sbalzi d'umore sfuggono ai parametri tradizionali, ammesso che si possano misurare le azioni delle persone secondo una qualche regola sociale...

Anche se, agli occhi della maggior parte delle persone, sembra avere successo e, per questo motivo, il suo modo di agire non ha alcun significato per chi le sta intorno, tutto ciò che desidera è una mano che la aiuti a risalire dall'abisso in cui si trova. Ma come possiamo aiutare qualcuno se non riusciamo a comprendere il suo dolore? Beh, questa è la vita...

Per tendere una mano a qualcuno, abbiamo bisogno di un sentimento che ci faccia soffrire, perché sentiremo, anche se non con la stessa intensità, il dolore che il nostro prossimo porta dentro. Solo mettendoci nei suoi panni abbiamo la possibilità di aiutarla a camminare verso la luce... e possiamo quindi aiutarla a superare i suoi traumi e a ricomporre i frammenti che la sua anima porta dentro di sé... è facile? Per niente...

Solo quando saremo in grado di comprendere tutto ciò che una persona porta nella sua anima, saremo in grado di camminare su questo piano in Pace e Armonia con la Natura. Perché ne siamo parte... e quando saremo connessi non dai nostri desideri e dalle nostre frustrazioni, ma dall'Amore per la Vita, la Pace Mondiale regnerà in tutto il nostro Universo...

Tania Miranda - Brasile - 04/04/2026    

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