DOMINGO DE RAMOS... a entrada triunfal em Jerusalem
DOMINGO DE RAMOS... a entrada triunfal em Jerusalem
A Páscoa se aproximava. Já a alguns dias Jesus e seus acólitos visitavam Betânia. A hora de partir estava chegando. O próximo destino? Jerusalem...
Jesus tinha uma missão a cumprir. E o caminho a seguir passava por aquela cidade. Jerusalem ficava a mais ou menos uns quatro quilômetros de onde se encontrava. E Jesus tinha pressa em retomar sua caminhada. Seu destino seria selado ali. Não havia como protelar o que o aguardava...
Enviou dois de seus discípulos a uma aldeia próxima, para buscarem um jumento que ali se encontrava amarrado e que nunca tinha sido montado. Depois seria devolvido aos seus donos, o Mestre precisava do animal apenas para adentrar na cidade...
A hora de deixar seus amigos Lázaro, Maria e Marta se aproximava. Jesus tinha um apreço por estes. E eles estavam agradecidos ao Mestre. Afinal, a menos de uma semana Lázaro era hóspede de uma tumba funerária, e agora ali estava, vivo e radiante, ao lado de suas irmãs...
Quando recebeu a notícia da doença de Lázaro, Jesus e seus acólitos encontravam-se em outra cidade. Permaneceu ainda por dois dias no mesmo lugar, quando finalmente comunicou aos Apóstolos que retornariam à Judeia. Estes não ficaram muito felizes, pois temiam pela vida de seu Mestre.
"Mestre, ainda a pouco os judeus queriam te apedrejar, e você quer retornar ali? Não faz sentido..."
"O dia tem doze horas, não é mesmo? Então, se alguém caminha durante o dia não irá tropeçar, pois a luz tudo ilumina. Mas se você está andando à noite com certeza tropeçará, pois somente as sombras te acompanham..."
Dito isso, se prepararam para a caminhada até seu destino. Quando Marta percebeu a chegada de seu amigo e seu grupo, seguiu em sua direção. Maria permaneceu na casa, sendo consolada por aqueles que conheciam a família...
"Jesus, ele partiu a quatro dias", falou Marta, chorosa. "Se o Senhor aqui estivesse, com certeza o teríamos ainda em nosso meio..."
"Acalme-se... ele está apenas dormindo..."
"Jesus, há quatro dias o sepultamos..."
"Marta, eu sou a Vida. Quem crê em mim jamais morrerá. Você crê em mim?..."
Nesse ínterim Maria já se reunia com sua irmã e Jesus. Seguiram em direção ao sepulcro. Ao chegar ao local, Jesus pediu que retirassem a pedra que selava a morada da qual não se tem retorno. Mas a história para Lázaro seria diferente. Afinal, aquele era o último milagre que Jesus faria por ora. Depois dali, seguiria m frente, para cumprir as profecias...
Após rolarem a pesada pedra que selava o sepulcro, Jesus chamou o amigo pelo nome a plenos pulmões. Logo Lázaro saia de sua morada, ainda envolto em sua mortalha e um outro pano em seu rosto... Jesus agradeceu ao Pai por permitir-lhe ser um Instrumento de Sua Vontade... e então os dias foram se passando, até chegar a hora da partida...
Seus dois discípulos chegaram à casa de Lázaro, conduzindo o burrico mencionado por Jesus. Ao saber que era o Mestre que o solicitava, seu dono fez questão de ceder o animal... para ele era uma honra servi-lo...
Os apóstolos forraram a montaria com suas capas, para que ficasse mais confortável ao Mestre. Despediram-se dos amigos e seguiram rumo Jerusalem... conforme caminhavam, uma multidão ia se formando para acompanhá-los. Houve um momento da caminhada que Jesus, sabendo do destino futuro daquela cidade, pôs-se a chorar...
Quando Jesus chegou às portas da cidade, foi saudado por todos os moradores, que espalharam ramos pelos lugares que ele iria passar. O Messias estava chegando. A Liberdade logo se anunciaria pelas trombetas angelicais... Jesus estava alegre, mas ao mesmo tempo, triste. Porque as pessoas que festejavam sua entrada triunfal na cidade não entendiam que aquele era um de seus últimos dias na Terra. E que, brevemente, iria partir. Pois apenas após sua partida, poderia realmente ofertar-lhes o Caminho da Salvação. E concluir seu trabalho em nosso plano. Tempos de dor e aflição se aproximavam e Ele sabia que não teria meios de rejeitá-los. Poder para isso tinha. Mas Poder nem sempre significa Fazer. E esse era o peso que recaia em seus ombros. Horas sombrias se aproximavam do Mestre...
Tania Miranda - Brasil - 29/03/2026
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Palm Sunday... the triumphant entry into Jerusalem
Passover was approaching. For several days Jesus and his acolytes had been visiting Bethany. The time to leave was drawing near. The next destination? Jerusalem...
Jesus had a mission to fulfill. And the path to follow passed through that city. Jerusalem was about four kilometers from where he was. And Jesus was in a hurry to resume his journey. His destiny would be sealed there. There was no way to postpone what awaited him...
He sent two of his disciples to a nearby village to fetch a donkey that was tied there and had never been ridden. It would be returned to its owners later; the Master only needed the animal to enter the city...
The time to leave his friends Lazarus, Mary, and Martha was approaching. Jesus had a fondness for them. And they were grateful to the Master. After all, less than a week before, Lazarus had been a guest in a tomb, and now there he was, alive and radiant, beside his sisters...
When Jesus received news of Lazarus's illness, he and his acolytes were in another city. He remained there for two more days, finally informing the Apostles that they would return to Judea. They were not very happy, for they feared for their Master's life.
"Master, just a moment ago the Jews wanted to stone you, and you want to return there? It doesn't make sense..."
"The day has twelve hours, doesn't it? So, if someone walks during the day they won't stumble, because the light illuminates everything. But if you are walking at night you will surely stumble, because only shadows accompany you..."
Having said this, they prepared for the walk to their destination. When Martha noticed the arrival of her friend and his group, she went towards them. Mary remained in the house, being comforted by those who knew the family...
"Jesus, he left four days ago," said Martha, tearfully. "If the Lord were here, we would surely still have him with us..."
"Calm down... he is only sleeping..."
"Jesus, we buried him four days ago..."
"Martha, I am the Life. Whoever believes in me will never die. Do you believe in me?..."
In the meantime, Mary had already rejoined her sister and Jesus. They went towards the tomb. Upon arriving at the place, Jesus asked them to remove the stone that sealed the inescapable dwelling. But the story for Lazarus would be different. After all, that was the last miracle Jesus would perform for now. After that, he would move on, to fulfill the prophecies...
After rolling away the heavy stone that sealed the tomb, Jesus called his friend by name at the top of his lungs. Soon Lazarus left his dwelling, still wrapped in his burial cloth and another cloth over his face... Jesus thanked the Father for allowing him to be an instrument of His will... and then the days passed, until the time of departure arrived...
His two disciples arrived at Lazarus's house, leading the donkey mentioned by Jesus. Upon learning that it was the Master who had requested it, its owner insisted on giving up the animal... for him it was an honor to serve him...
The apostles covered the donkey with their cloaks, so that it would be more comfortable for the Master. They said goodbye to their friends and continued towards Jerusalem... as they walked, a crowd gathered to accompany them. There was a moment in the journey when Jesus, knowing the future destiny of that city, began to weep...
When Jesus arrived at the city gates, he was greeted by all the inhabitants, who scattered branches along the path he would pass. The Messiah was arriving. Freedom would soon be announced by angelic trumpets... Jesus was joyful, but at the same time, sad. Because the people celebrating his triumphal entry into the city did not understand that this was one of his last days on Earth. And that, soon, he would depart. For only after his departure could he truly offer them the Way of Salvation and conclude his work on our plane. Times of pain and affliction were approaching, and He knew He had no means to reject them. He had the power to do so. But power does not always mean action. And that was the weight that fell on his shoulders. Dark hours were approaching the Master...
Tania Miranda - Brazil - 03/29/2026
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Domingo de Ramos… la entrada triunfal en Jerusalén
Se acercaba la Pascua. Durante varios días, Jesús y sus discípulos habían estado visitando Betania. El momento de partir se aproximaba. ¿Su próximo destino? Jerusalén…
Jesús tenía una misión que cumplir. Y el camino a seguir pasaba por esa ciudad. Jerusalén estaba a unos cuatro kilómetros de donde se encontraba. Y Jesús tenía prisa por reanudar su viaje. Su destino se sellaría allí. No había forma de posponer lo que le esperaba…
Envió a dos de sus discípulos a una aldea cercana a buscar un burro que estaba atado allí y que nunca había sido montado. Se lo devolverían a sus dueños más tarde; el Maestro solo necesitaba el animal para entrar en la ciudad…
Se acercaba el momento de despedirse de sus amigos Lázaro, María y Marta. Jesús les tenía cariño. Y ellos estaban agradecidos al Maestro. Después de todo, menos de una semana antes, Lázaro había estado en una tumba, y ahora allí estaba, vivo y radiante, junto a sus hermanas...
Cuando Jesús recibió la noticia de la enfermedad de Lázaro, él y sus discípulos se encontraban en otra ciudad. Permaneció allí dos días más, y finalmente les comunicó a los apóstoles que regresarían a Judea. Ellos no se alegraron mucho, pues temían por la vida de su Maestro.
«Maestro, hace un momento los judíos querían apedrearte, ¿y quieres volver allí? No tiene sentido...»
«El día tiene doce horas, ¿no? Si alguien camina de día, no tropezará, porque la luz lo ilumina todo. Pero si caminan de noche, sin duda tropezarán, porque solo las sombras los acompañarán...»
Dicho esto, se prepararon para emprender el camino hacia su destino. Cuando Marta vio llegar a su amigo y a su grupo, se acercó a ellos. María permaneció en la casa, consolada por quienes conocían a la familia...
—Jesús, se fue hace cuatro días —dijo Marta, con lágrimas en los ojos—. Si el Señor estuviera aquí, seguramente aún estaría con nosotros...
—Tranquila... solo está durmiendo...
—Jesús, lo enterramos hace cuatro días...
—Marta, yo soy la Vida. El que cree en mí no morirá jamás. ¿Crees en mí?...
Mientras tanto, María ya se había reunido con su hermana y Jesús. Se dirigieron al sepulcro. Al llegar, Jesús les pidió que quitaran la piedra que sellaba la morada inexpugnable. Pero la historia de Lázaro sería diferente. Después de todo, ese fue el último milagro que Jesús realizaría por el momento. Después de eso, seguiría adelante para cumplir las profecías...
Tras remover la pesada piedra que sellaba el sepulcro, Jesús llamó a su amigo por su nombre a viva voz. Pronto Lázaro salió de su casa, aún envuelto en su sudario y con otro sudario cubriendo su rostro… Jesús agradeció al Padre por permitirle ser instrumento de su voluntad… y pasaron los días, hasta que llegó el momento de la partida…
Sus dos discípulos llegaron a casa de Lázaro, llevando el asno que Jesús había mencionado. Al saber que era el Maestro quien lo había pedido, su dueño insistió en entregar el animal… para él era un honor servirle…
Los apóstoles cubrieron al asno con sus mantos para que el Maestro estuviera más cómodo. Se despidieron de sus amigos y continuaron su camino hacia Jerusalén… mientras caminaban, una multitud se reunió para acompañarlos. Hubo un momento en el camino en que Jesús, conociendo el futuro destino de aquella ciudad, comenzó a llorar…
Cuando Jesús llegó a las puertas de la ciudad, fue recibido por todos los habitantes, quienes esparcieron ramas a lo largo del camino por donde pasaría. El Mesías estaba llegando. La libertad pronto sería anunciada por trompetas angelicales… Jesús estaba alegre, pero a la vez, triste. Porque quienes celebraban su entrada triunfal a la ciudad no comprendían que aquellos eran sus últimos días en la Tierra. Y que pronto partiría. Solo después de su partida podría ofrecerles verdaderamente el Camino de la Salvación y concluir su obra en este plano. Se acercaban tiempos de dolor y aflicción, y Él sabía que no tenía medios para evitarlos. Tenía el poder para hacerlo. Pero el poder no siempre implica acción. Y ese era el peso que recaía sobre sus hombros. Se avecinaban horas oscuras para el Maestro...
Tania Miranda - Brasil - 29/03/2026
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Domenica delle Palme... l'ingresso trionfale a Gerusalemme
La Pasqua si avvicinava. Da diversi giorni Gesù e i suoi discepoli si trovavano a Betania. Il momento della partenza si avvicinava. La prossima destinazione? Gerusalemme...
Gesù aveva una missione da compiere. E il cammino da seguire passava per quella città. Gerusalemme distava circa quattro chilometri da dove si trovava. E Gesù aveva fretta di riprendere il cammino. Il suo destino si sarebbe compiuto lì. Non c'era modo di rimandare ciò che lo attendeva...
Mandò due dei suoi discepoli in un villaggio vicino a prendere un asino che era legato lì e che non era mai stato cavalcato. Sarebbe stato restituito ai proprietari in seguito; al Maestro serviva solo l'animale per entrare in città...
Si avvicinava il momento di lasciare i suoi amici Lazzaro, Maria e Marta. Gesù li amava molto. Ed essi erano grati al Maestro. Dopotutto, meno di una settimana prima Lazzaro era stato ospite in una tomba, e ora eccolo lì, vivo e raggiante, accanto alle sue sorelle...
Quando Gesù ricevette la notizia della malattia di Lazzaro, lui e i suoi discepoli si trovavano in un'altra città. Vi rimase per altri due giorni, finché non comunicò agli apostoli che sarebbero tornati in Giudea. Essi non ne furono molto contenti, perché temevano per la vita del loro Maestro.
«Maestro, poco fa i Giudei volevano lapidarti, e tu vuoi tornare lì? Non ha senso...»
«Il giorno ha dodici ore, non è vero? Se uno cammina di giorno non inciampa, perché la luce illumina tutto. Ma se cammina di notte inciampa, certamente inciampa, perché è accompagnato solo dalle ombre...»
Detto questo, si misero in cammino verso la loro destinazione. Quando Marta vide arrivare l'amico e il suo gruppo, andò loro incontro. Maria rimase in casa, confortata da coloro che conoscevano la famiglia...
«Gesù, se n'è andato quattro giorni fa», disse Marta in lacrime. «Se il Signore fosse qui, lo avremmo sicuramente ancora con noi...»
«Calmati... sta solo dormendo...»
«Gesù, lo abbiamo seppellito quattro giorni fa...»
«Marta, io sono la Vita. Chi crede in me non morirà mai. Tu credi in me?...»
Nel frattempo, Maria aveva già raggiunto la sorella e Gesù. Si diressero verso il sepolcro. Giunti sul posto, Gesù chiese loro di rimuovere la pietra che sigillava l'inespugnabile dimora. Ma per Lazzaro la storia sarebbe stata diversa. Dopotutto, quello era l'ultimo miracolo che Gesù avrebbe compiuto per il momento. Dopodiché, sarebbe andato avanti, per adempiere le profezie...
Dopo aver rotolato via la pesante pietra che sigillava il sepolcro, Gesù chiamò a gran voce il suo amico per nome. Poco dopo Lazzaro lasciò la sua dimora, ancora avvolto nel sudario e con un altro lenzuolo sul volto... Gesù ringraziò il Padre per avergli permesso di essere strumento della Sua volontà... e i giorni passarono, fino al momento della partenza...
I suoi due discepoli giunsero alla casa di Lazzaro, conducendo l'asino menzionato da Gesù. Appreso che era stato il Maestro a richiederlo, il padrone insistette per cedere l'animale... per lui era un onore servirlo...
Gli apostoli coprirono l'asino con i loro mantelli, affinché fosse più comodo per il Maestro. Salutarono i loro amici e proseguirono verso Gerusalemme... lungo il cammino, una folla si radunò per accompagnarli. Ci fu un momento durante il viaggio in cui Gesù, conoscendo il futuro destino di quella città, si mise a piangere...
Quando Gesù giunse alle porte della città, fu accolto da tutti gli abitanti, che sparsero rami lungo il suo cammino. Il Messia stava arrivando. La libertà sarebbe presto stata annunciata dalle trombe angeliche... Gesù era gioioso, ma allo stesso tempo triste. Perché le persone che celebravano il suo ingresso trionfale in città non capivano che quello era uno dei suoi ultimi giorni sulla Terra. E che, presto, se ne sarebbe andato. Solo dopo la sua dipartita, infatti, avrebbe potuto offrire loro la Via della Salvezza e concludere la sua opera sul nostro piano. Tempi di dolore e afflizione si avvicinavano, e Lui sapeva di non avere i mezzi per evitarli. Aveva il potere di farlo. Ma il potere non sempre si traduce in azione. E questo era il peso che gravava sulle sue spalle. Ore oscure si avvicinavano al Maestro...
Tania Miranda - Brasile - 29/03/2026
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